Senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado. (Foto: assessoria)
CLÁUDIO HUMBERTO
A Polícia Federal atestou que líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), “exerceu o mandato parlamentar de forma alinhada aos interesses econômicos do Banco Master”, a partir de indícios obtidos a partir dos celulares apreendidos, segundo relatório ao ministro do STF André Mendonça. Pior é que a essa atuação não se caracteriza por ato único e isolado, “mas em padrão contínuo, sistemático e documentado de engajamento pessoal” nos negócios liderados por Daniel Vorcaro.
Juntos na ascensão
Para a PF, Jaques Wagner atuou em favor do conglomerado financeiro sobretudo de 2022 a 2025, na “ascensão da organização criminosa”.
Projeto de Ciro na mesa
A PF aponta reuniões de Wagner para tratar de temas de interesse do Vorcaro, como aumentar cobertura do FGC para beneficiar o Master.
Batom na cueca
Wagner negou relação com Daniel Vorcaro, mas enviou mensagem ao ex-sócio Augusto Lima, indagando “como estão as coisas do banco”.
Pernas curtíssimas
É acusado também de mentir sobre dólares e euros. As diárias pagas pelo Senado totalizam bem menos que os R$600 mil apreendidos.
Cláudio Humberto
PODER, POLÍTICA E BASTIDORES
Com Tiago Vasconcelos e Rodrigo Vilela
Para PF, Wagner dedicou mandato no Senado ao Master

A Polícia Federal atestou que líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), “exerceu o mandato parlamentar de forma alinhada aos interesses econômicos do Banco Master”, a partir de indícios obtidos a partir dos celulares apreendidos, segundo relatório ao ministro do STF André Mendonça. Pior é que a essa atuação não se caracteriza por ato único e isolado, “mas em padrão contínuo, sistemático e documentado de engajamento pessoal” nos negócios liderados por Daniel Vorcaro.
DIÁRIO DO PODER

