
A substituição no comando do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) provocou reação imediata do presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, Carlos Viana (Pode-MG).
Em postagem nas redes sociais, o parlamentar afirmou que a mudança não ocorreu de forma isolada, mas como consequência direta das revelações trazidas pela comissão.
Segundo Viana, o próprio então presidente do INSS admitiu, durante depoimento à CPMI, a existência de indícios de irregularidades no órgão. De acordo com o senador, houve reconhecimento de aumento no número de reclamações e sinais de que “algo estava errado”, o que reforçou a necessidade de investigação aprofundada.
O parlamentar também mencionou o surgimento de novos elementos no decorrer das investigações. Entre eles, possíveis colaborações e desdobramentos que, segundo ele, podem atingir estruturas mais amplas dentro do governo, citando o chamado “caso Camisotti” como um dos pontos de atenção.
Sem detalhar acusações específicas, Viana indicou que a apuração deve ultrapassar responsabilidades pontuais: “Não é apenas sobre gestão. É sobre quem sabia, quando sabia e por que não agiu antes”.
Veja abaixo a declaração completa:

