‘Ok’ do MP livra Beto Richa, mais um acusado de corrupção na Lava Jato

Destaque

Ex-governador do Paraná Beto Richa. Foto: Ricardo Almeida/ANPR

Decisão assinada pelo promotor eleitoral Alexandre Ramalho de Farias diz que o Ministério Público Eleitoral “não se opõe” ao trancamento de ação penal contra o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB). O processo, que tramita em segredo de Justiça, mas a coluna teve acesso, enrola Beto Richa em suposto esquema de corrupção na concessão da rodovia PR-323 para favorecer consórcio liderado pela Odebrecht. O pagamento seria via “Setor de Operações Estruturadas” da empresa.

O piloto

Richa foi alvo da Operação Piloto, braço da Lava Jato. Caderneta da empresa indicava pagamentos a um tal de “piloto”, que seria Beto Richa.

Na canetada

O ministro Dias Toffoli anulou acordo de leniência da Odebrecht usando como pretexto supostas mensagens entre Sérgio Moro e procuradores.

Invalidou

Para embasar seu despacho, o procurador cita decisão de Dias Toffoli que viu “conluio processual” entre membros da Lava Jato e Moro.

Impunidade

Com delação e provas anuladas na canetada por Toffoli, o MPE não enxerga embasamento para uma peça acusatória contra o tucano.

Supremo Tribunal Federal (Foto: divulgação)

Governo tenta estender calote aplicado há 33 anos

Impressiona o empenho do governo Lula estender o calote de sua dívida bilionária a produtores de açúcar e etanol, acumulada desde 1991. No governo, chamam de “pauta bomba” a decisão transitada em julgado no Supremo Tribunal Federal, que condenou a União a pagar os precatórios para ressarcir usinas do triste período em que o governo fixava preços dos produtos sem conexão com os custos, impondo prejuízos ao menos de R$80 bilhões. Agora, 33 anos depois, ainda insiste em não pagar.

Pressão cruel

Pessoal jurídico do governo, que fazia xixi na cama na época do calote, até por razões ideológicas tentam forçar o STF a mudar de ideia.

Os caras-lisas

O Planalto quer reabrir o caso com o argumento cara-lisa de que as empresas devem “provar” os prejuízos, não “o que deixaram de lucrar”.

Histórico de miséria

O calote custou centenas de milhares de empregos e de vidas, e muitas empresas quebraram ou ainda enfrentam dificuldades para sobreviver.

Governo tenta estender calote aplicado há 33 anos

Impressiona o empenho do governo Lula estender o calote de sua dívida bilionária a produtores de açúcar e etanol, acumulada desde 1991. No governo, chamam de “pauta bomba” a decisão transitada em julgado no Supremo Tribunal Federal, que condenou a União a pagar os precatórios para ressarcir usinas do triste período em que o governo fixava preços dos produtos sem conexão com os custos, impondo prejuízos ao menos de R$80 bilhões. Agora, 33 anos depois, ainda insiste em não pagar.

Pressão cruel

Pessoal jurídico do governo, que fazia xixi na cama na época do calote, até por razões ideológicas tentam forçar o STF a mudar de ideia.

Os caras-lisas

O Planalto quer reabrir o caso com o argumento cara-lisa de que as empresas devem “provar” os prejuízos, não “o que deixaram de lucrar”.

Histórico de miséria

O calote custou centenas de milhares de empregos e de vidas, e muitas empresas quebraram ou ainda enfrentam dificuldades para sobreviver.

Castração ou cana

Está na pauta de hoje (24) da Comissão de Constituição e Justiça do Senado proposta do Senador Styvenson Valentim (Pode-RN) que propões castração química para estupradores como alternativa à prisão.

Escondidinho

A CGU explicou à coluna que fiscalização sobre ocupação de imóveis funcionais se dá, excepcionalmente, na área de dados abertos do Portal da Transparência até findar aprimoramento da ferramenta.

Bets no Congresso

Em vias de virar bolão, parlamentares em Brasília apostam quem cai primeiro: Alexandre Padilha, ministro de Relações Institucionais, ou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras. Ambos estão pela bola sete.

Extremos desequilibrados

Acompanhamento do instituto de pesquisas Rasmussen da aprovação de Joe Biden, nos EUA, aponta que o presidente americano é totalmente desaprovado por 48% de eleitores e totalmente aprovado por 22%.

Pensando bem…

…já lá se foi o tempo (e o governo) em que ministro criticando jornalistas era “ataque à imprensa”.

DIÁRIO DO PODER  –  COLUNA DO JORNALISTA CLÁUDIO HUMBERTO

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