Minhas Redes Sociais
Facebook
Twitter
Orkut
RSS
 
> Principal > Notícias



Nov
20
2017
Destaque

O papa Francisco celebrou uma missa em homenagem aos mais pobres neste domingo, criticando a indiferença das pessoas em relação à situação dos mais necessitados. A Basílica de São Pedro foi lotada por pessoas que vieram acompanhar o pontífice realizar a primeira comemoração do "Dia Mundial dos Pobres". Francisco criticou os que pensam que a pobreza é problema "da sociedade, não meu", afirmando que uma vida "sem pecados apenas não é suficiente". Ele afirmou também que a ajuda aos mais pobres é um "passaporte ao paraíso". Após a missa, o papa convidou cerca de 1,2 mil pessoas para uma refeição no auditório do Vaticano.


Estadão Conteúdo 
Nov
20
2017
Política

Uma das apostas para as eleições presidenciais de 2018, o apresentador Luciano Huck já tem uma resposta para quem ligá-lo ao senador Aécio Neves (PSDB-MG). De acordo com o colunista Lauro Jardim, de O Globo, Huck seguirá a perspectiva da decepção. "Quem não tem pelo menos uns dez amigos com quem já se decepcionou ao longo de uma vida?", deverá dizer o apresentador global. Por outro lado, Huck tem dito a interlocutores que ainda pensa sobre sua candidatura e não há perspectiva para uma decisão até o mês que vem. De acordo com a publicação, se tivesse que definir hoje, Huck diz que não concorreria. 

O Globo 
Nov
19
2017
Política


Embora não admita publicamente, a cúpula do PT avalia que dificilmente Lula conseguirá disputar a Presidência da República em 2018. A despeito disso, dirigentes do partido informaram a aliados que a candidatura do ex-presidente será mantida até as últimas consequências.

Dá-se de barato no petismo que o TRF da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, confirmará a sentença do juiz Sergio Moro que condenou Lula a 9 anos e meio de cadeia. Nessa hipótese, a Lei da Ficha Limpa o impediria de disputar eleições. O PT se equipa para guerrear na Justiça.

O partido não cogita substituir o candidato senão em último caso, depois que a Justiça Eleitoral impugnar o registro da candidatura. A estratégia afungenta até aliados tradicionais. O PCdoB, por exemplo, já lançou a candidatura presidencial da deputada estadual gaúcha Manuela D’ávila. O PSB, depois de se reunir com a presidente petista Gleisi Hoffmann, também tomou distância. 

Blog do Josias de Souza
Nov
19
2017
Destaque
A CPI do BNDES retoma os trabalhos na quarta-feira (22) disposta a promover uma devassa na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, para desvendar o financiamento suspeito de obras nos estados do Brasil. Auditoria do Tribunal de Contas da União já apontou R$50,5 bilhões do BNDES usados para bancar 140 obras em outros países, quase todas da Odebrecht e muitas delas com a participação do ex-presidente Lula. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

 

O próprio presidente da CPI, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) defende uma devassa no BNDES, inclusive nos contratos com estados.

Os governos do PT aportaram R$ 440,8 bilhões do Tesouro Nacional para bancar financiamentos do BNDES no Brasil e mundo afora.

O Ministério Público Federal investiga o papel do ex-presidente Lula em esquema de tráfico de influência pela Odebrecht, em obras no exterior.

A CPI pretende recolher no BNDES novas informações técnicas e documentos que esclareçam suas operações sob suspeita.

Diário do Poder 
Nov
19
2017
Medicina

O registro de um medicamento genérico que auxilia no tratamento do câncer de próstata será liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (20). De acordo com o governo federal, o acetato de abiraterona é indicado para casos em que a doença já se espalhou e persiste. A evolução da doença é impulsionada pela produção anormal de hormônios sexuais, uma enzima presente no remédio promete inibir exatamente a produção desses hormônios para combater a doença. A indicação é que ele seja utilizado combinado com outros remédios. Ainda de acordo com o governo, com a medida, o custo do tratamento  da doença deve ser reduzido, já que os genéricos são custam cerca de 35% menos. A liberação do registro de genérico deste medicamento acontece no mês referência da campanha Novembro Azul, que estimula a prevenção e tratamento deste tipo de câncer.

EBC 
Nov
19
2017
Corrupção

O ex-assessor parlamentar do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), Job Ribeiro Brandão, afirmou em depoimento à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República (PGR) que o parlamentar e o seu irmão, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, "colocavam dinheiro" para empreendimentos imobiliários por meio da empresa Cosbat. Ele cita, entre outros empreendimentos, o edifício La Vue, em Salvador. O La Vue e a Cosbat estiveram no centro da polêmica que gerou a saída do ex-ministro da Secretaria de Governo em 2016. Na época, o então ministro da Cultura, Marcelo Calero, pediu demissão e afirmou que saía do governo após pressão de Geddel para liberar a construção do empreendimento. Geddel comprou um imóvel no La Vue, mas negou o tráfico de influência. Segundo Brandão, Geddel e Lúcio "tinham uma participação" na Cosbat - empresa responsável pelos empreendimentos. "Geddel e Lúcio Vieira Lima tinham uma participação na empresa na qual os irmãos colocavam dinheiro para empreendimentos", consta no termo de depoimento prestado na última terça-feira (14) ao qual a Agência Estado teve acesso. Ele contou ainda que a pedido de Geddel, Lúcio e da mãe dos dois, "auxiliou na destruição de anotações, agendas e documentos, se recordando que destruiu documentos relacionados à Cosbat". A destruição dos documentos, segundo ele, ocorreu no período em que Geddel esteve em prisão domiciliar. Os documentos, disse, foram colocados em sacos de lixo e descartados e uma parte foi picotada e colocada na descarga de vaso sanitário.  No depoimento prestado, Job afirmou que "se recorda" de Geddel e Lúcio "terem colocado dinheiro nos empreendimentos Riviera Ipiranga, Morro Ipiranga, Costa Espanha, La Vue, Garibaldi Tower, Mansão Grazia". "Que se recorda de ter entregue cerca de R$ 1,4 milhão em dinheiro para o Riviera Ipiranga e valor igual ao Costa Espanha, e mais o La Vue que foram entregues quase R$ 2 milhões, além do Mansão Grazia, que foi o mais caro, no que se recorda, no valor de R$ 3 milhões em espécie", disse o ex-assessor. Job Brandão tem intenção de fazer um acordo de colaboração premiada. Ele virou alvo da Operação Tesouro Perdido após a PF identificar suas digitais em parte dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador, a 1,2 km da residência de Geddel Vieira Lima. O ex-ministro e o deputado Lúcio Vieira Lima são investigados pelo crime de lavagem de dinheiro. A defesa de Geddel Vieira Lima e o deputado Lúcio Vieira Lima não atenderam contatos da reportagem até o momento.


Estadão Conteúdo 
Nov
19
2017
Política

Os partidos Podemos, PSOL e PR abriram processo para a expulsão de cinco deputados estaduais que contrariaram a determinação dos partidos e votaram pela liberação da prisão do presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), Jorge Picciani (PMDB), e de seus correligionários Paulo Melo e Edson Albertassi. Segundo a Folha de S. Paulo, o voto dos cinco deputados foi decisivo para alcançar a quantidade mínima necessária para revogar a prisão de Picciani, Melo e Albertassi. Ainda de acordo com a Folha, o senador Romário Faria, pré-candidato ao governo do Rio pelo Podemos e presidente estadual da legenda, abriu processo de expulsão dos deputados Chiquinho da Mangueira e Dica, que votaram pela liberação dos políticos do PMDB. O PSOL expulsará o deputado Paulo Ramos. O PR também pretende expulsar os deputados Renato Cozzolino e Nivaldo Mulim, que votaram contra a orientação do partido.

Folha de São Paulo 
Nov
19
2017
Lava Jato

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, no cargo há dois meses, dedicou quase metade de seus atos a investigações da Operação Lava Jato. De acordo com a Folha de S. Paulo, de 18 de setembro, data em que Dodge assumiu, até a tarde desta sexta-feira (17), a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou 760 manifestações ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), das quais 360 (47,4%) têm relação com a operação de combate à corrupção. Nesse período, Dodge ofereceu ao STF três denúncias, nenhuma ligada à Operação Lava Jato. Os alvos foram a deputada Shéridan (PSDB-RR, acusada de compra de votos), o deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ) junto com o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (acusados de fazer carreata no dia da eleição) e o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Admar Gonzaga (acusado de agredir a mulher).

Folha de São Paulo 
Nov
19
2017
Reforma da Previdência

O relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), impôs que só vai apresentar um novo texto para a proposta, mesmo que seja apenas com a idade mínima para aposentadorias, após a reforma ministerial. De acordo com a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo, Maia prevê que, sem a dança das cadeiras, a votação das mudanças ficará para abril, quando os ministros-candidatos têm de deixar o cargo.  “Sem reforma ministerial, não vejo como andar nada. Está nas mãos do presidente”, afirmou. E, ainda segundo a publicação, o panorama não é nada para o governo quando o assunto é número de votos para aprovar a reforma. O deputado Beto Mansur vai entregar ao presidente Michel Temer, no domingo, uma planilha que mostra que não chega a 100 a quantidade de votos na base aliada. Com isso, a falta de votos tem estimulado o governo cada vez mais a deixar a reforma ministerial para depois da votação da Previdência. O governo só contemplaria com cargos na Esplanada os partidos que efetivamente entregarem os votos das bancadas.


O Estadão de São Paulo 
Nov
19
2017
Greve

Após iniciar na terça-feira (14) um Programa de Demissão Incentivada para enxugar em quase 60% a folha de pagamento, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) pode ver seus funcionários a entrarem em greve na próxima semana. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a entidade, com 178 empregados, se diz asfixiada pelo governo Michel Temer, que, com a reforma trabalhista, acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical. O tributo, que equivale a um dia de trabalho, é um dos principais recursos das centrais. Apesar de a cúpula da central assegurar ter consultado os trabalhadores sobre os critérios de demissão, os funcionários chegaram a anunciar que vão deflagrar greve. O presidente da central, Vagner Freitas, que se queixa de perseguição política, diz desconhecer o movimento. Ele informou ainda que o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, aderiu voluntariamente ao programa, abrindo mão de um salário de R$ 15 mil. A direção da CUT argumenta que o plano de demissão de funcionários foi uma resposta ao fim do imposto sindical obrigatório. De acordo com Freitas, a redução permitirá a manutenção das atividades da central. Só em 2016, a entidade recebeu R$ 59,8 em recursos provenientes da contribuição. O programa será encerrado em 4 de dezembro e, caso não tenha adesão dos trabalhadores, será iniciado um processo de demissão até que se chegue ao percentual desejado.

Folha de São Paulo 
Nov
19
2017
Destaque

O leilão que vai escolher a empresa responsável pela construção e exploração da Ponte Salvador-Itaparica foi marcado para o dia 29 de abril do ano que vem. De acordo com o jornal A Tarde, o vice-governador do estado e secretário de Planejamento, João Leão, já pediu para a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que vai sediar o leilão, que a data seja reservada. As empresas chinesas CRBC, Crec4 e CR20, e as brasileiras Camargo Corrêa e OAS estariam interessadas no projeto. Ainda segundo Leão, uma das empresas chinesas até pediu que fosse reduzida em 35 metros a altura proposta atualmente para a ponte, de 125 metros. As afirmações foram feitas em conversa com empresários na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb).

Bahia Notícias 
Nov
18
2017
Corrupção

A Polícia de São Paulo prendeu na sexta-feira (17) o empresário Ronan Maria Pinto, condenado a 14 anos de prisão por envolvimento em esquema de corrupção instalado no setor de transportes públicos de Santo André, durante a gestão do ex-prefeito Celso Daniel (PT), executado a tiros em janeiro de 2002. A polícia deu voz de prisão a Ronan no Hospital Albert Einstein, onde ele está internado para fazer uma cirurgia de hérnia. Seu advogado, Fernando José da Costa, informou que vai recorrer. A condenação de Ronan foi imposta na terça-feira passada, pelos desembargadores da 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo. O relator foi o desembargador Geraldo Wohlers. Além de Ronan, foram condenados o ex-vereador de Santo André Klinger Oliveira Sousa (17 anos de prisão), o empresário Humberto Tarcísio de Castro (5 anos) Luis Marcondes de Freitas Júnior (8 anos), este funcionário de uma associação de empresas de transportes acusada de recolher propinas de empresários. Todos já haviam sido condenados em primeira instância. As defesas e o Ministério Público recorreram ao TJ. Ao confirmar as condenações, a Corte decretou a prisão do grupo. Esta denúncia foi a primeira da Promotoria contra o esquema instalado no governo Celso Daniel. Procurados, os defensores dos investigados informaram que vão recorrer da decisão.

Reprodução Youtube 
Nov
18
2017
Política

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani, falou sobre o dia em que ficou preso na Cadeia Pública de Benfica, por decisão tomada na quinta-feira (16) Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Apesar de ter tido a prisão revogada no dia seguinte pela Alerj (veja aqui), Picciani revelou que não teve uma boa estadia na cadeia. “Eu não posso dizer que foi tudo bem. Não é uma situação agradável. É muito triste. O sistema carcerário é muito degradante”, desabafou Picciani, em entrevista ao jornal O Globo. De acordo com a publicação, o parlamentar, de 62 anos, dividiu a cela com mais cinco presos, conversou com o ex-governador Sérgio Cabral e saboreou o cardápio do dia: arroz, macarrão, feijão, uma porção de proteína (carne, frago ou peixe); salada, fruta ou doce de sobremesa, além de refresco. “Eu nunca tinha sido preso e só quem já foi sabe como é. A prisão não é uma situação confortável, mas eu fiquei com dignidade. Fui tratado com respeito pelos funcionários, que foram duros, mas serenos no cumprimento de suas funções. Me trataram com todo respeito, sem nenhum privilégio”, afirmou. Ele contou também como foi seu encontro com Cabral. Os dois ficaram na mesma galeria. “Eu encontrei com todo mundo que está preso lá. É um corredor. Não tinha como não encontrar com o ex-governador. Quando cheguei, as celas já estavam fechadas. Elas fecham às 18h. Mas, de dia, depois das 8h, os guardas abrem. E todos ficam no corredor. Todos se encontram. Todos conversam”, revelou Picciani, sem detalhar o que conversou com o ex-governador.

O Globo 
Nov
17
2017
Política

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) decidiu nesta sexta-feira (17) revogar a prisão do presidente da Casa, Jorge Picciani, e dos deputados estaduais Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB. Eram necessários 36 votos para derrubar a decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), que ordenou na quinta (16) a prisão imediata do trio. A votação ainda não acabou, mas a quantidade já foi ultrapassada. Os parlamentares acataram um parecer da Comissão de Constituição e Justiça que também recomendou a revogação da determinação. Picciani, Melo e Albertassi foram alvo, na última terça (14), da operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato que apura pagamentos de propinas a agentes públicos pela Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor). As investigações apontam que os deputados articulariam a aprovação de projetos favoráveis aos empresários, que, por sua vez, pagavam as vantagens indevidas.

Agência Brasil

Nov
17
2017
Política

A caminho do terceiro fiasco numa disputa pela Presidência da República, CiroGomes mantém intocados o vocabulário de bordel e a argumentação tão rasa que, na imagem definitiva de Nelson Rodrigues, qualquer formiga pode atravessá-la com água pelas canelas.

A cada campanha de Ciro, o que muda é o partido que lhe serve de coiteiro. No momento é o PDT, de Carlos Lupi, o bizarro ex-ministro do Trabalho de Dilma. Também mudam, claro, os alvos da discurseira de esgoto berrada com sotaque de coronel nordestino.

Quando foi ministro de Lula, por exemplo, Ciro enxergava no chefe o maior presidente da história. Hoje vê na mesma figura “um merda”, como revelou num palavrório recente.

Diretores de redação que antes bajulava para mendigar entrevistas e reportagens – eu fui um deles – agora se tornaram “jornalistas alugados que precisam garantir o emprego na idade provecta”. Eu seria um deles.

Para essa caricatura degenerada do Menino Maluquinho, envelhecer é crime. Ele nem desconfia que, nascido num clã de oligarcas, já era velho ainda nos trabalhos de parto. É compreensível que o cérebro grisalho tenha ordenado ao caudilho com pouco mais de 20 anos que começasse a carreira política no PDS.

Permaneceu até 1983 no partido que surgira das cinzas da Arena, concebido para dar sustentação parlamentar ao regime militar. Um ano antes da redemocratização, filiou-se ao PMDB para ampliar as chances de virar deputado estadual.

Foi o começo da romaria partidária que o levaria a alugar-se, arrendar-se ou vender-se ao PSDB, ao PPS, ao PSB e ao PROS antes de homiziar-se no PDT. É hora de algum amigo misericordioso dizer-lhe que o papel de moleque boquirroto, que passou a vida interpretando, já não combina com um sexagenário.

Desde 6 de novembro, Ciro Gomes desfruta dos privilégios concedidos aos idosos: filas preferenciais, meio ingresso em cinemas e circos, viagens rodoviárias gratuitas, estacionamento cativo — tudo isso está ao alcance do jurássico oportunista que se imagina jovem.

Queira ou não, ele foi incorporado à grande tribo dos provectos. Se criar juízo, deixará de chamar eleitores de “burros”, afirmar que o papel da mulher de um político é dormir com o candidato ou qualificar Fortaleza de “um puteiro a céu aberto”.

Caso mantenha o estilo, o sessentão idiotizado pela certeza de que o Brasil é uma imensa Sobral, ficará alguns anos-luz mais longe do Planalto. Em contrapartida, estará cada vez mais perto da presidência perpétua do clube dos veteranos velhacos.

Por: Augusto Nunes – Revista Veja 
Nov
17
2017
Política

A influência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diante dos eleitores brasileiros é questionável. Em recente levantamento feito pelo instituto Paraná Pesquisas, ficou verificado que 49,4% dos eleitores não se sentem influenciados pelo apoio ou não do tucano a um candidato a presidente do Brasil. Por outro lado, 40% diminuiriam o interesse pelo candidato que tivesse FHC em seu palanque. Apenas 7,4% dos ouvidos disseram que teriam mais vontade em votar no candidato apoiado por FHC, enquanto 3,3% não sabe/não opinaram. A indiferença do público diante de FHC também se manifesta quando se trata das declarações do ex-presidente sobre a política atual. Para 69,7% dos ouvidos, o que FHC pensa não é importante para analisar os fatos. A posição é diferente para 24,6%, que dão credibilidade ao que o tucano diz. Não sabe/não opinou está estimado em 5,6%. A pesquisa de avaliação de Fernando Henrique Cardoso ouviu 2.442 brasileiros em 162 municípios de 26 estados, além do Distrito Federal, por meio de um questionário online, entre 9 e 13 de novembro.

Agência Brasil 
Nov
17
2017
Corrupção

Doze meses na detenção, 72 anos de prisão em três sentenças e a possibilidade de, no mínimo, condenações a três séculos de cadeia em 13 denúncias já ajuizadas. Assim o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) completa nesta sexta-feira (17) seu primeiro ano preso, enquanto se defende de acusações de crimes por corrupção, lavagem de dinheiro, pertencimento a organização criminosa e evasão de divisas. Ultimamente, sua defesa tem se concentrado em apresentá-lo como vítima de um juiz "parcial" (o titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas) e de "histeria coletiva" em torno de seu nome. Bretas não quis comentar as acusações. O peemedebista conquistou, em sua reeleição, em 2010, a maior votação já recebida por um candidato ao governo do Estado em primeiro turno - 66% dos votos válidos). Chegou a ser aventado como possível vice na chapa com Dilma Rousseff em 2014. Hoje, ostenta outros "títulos". Foi o primeiro governador condenado na Lava Jato, por exemplo. Também recebeu a sentença mais pesada da operação, 45 anos e dois meses de cadeia, em processo relativo a propinas em obras como a do Maracanã e o PAC das Favelas. No Brasil, um preso fica na cadeia por até 30 anos. O caso Cabral tornou-se ruidoso não só pelas cifras que envolveu. O esquema que, segundo o Ministério Público Federal, começou em janeiro de 2007, primeiro mês do primeiro mandato, teria movimentado cerca de R$ 1 bilhão. Também chocou pela exibição da riqueza adquirida de forma escusa, simbolizada pela casa em Mangaratiba, no litoral sul fluminense, avaliada em R$ 8 milhões, e que deve ser leiloada, além das viagens ao exterior. É a "corrupção ostentação", apontam seus acusadores. Filho da classe média carioca, o político que começou a carreira opondo-se a práticas velhas da política, virou colecionador de ternos da grife italiana Ermenegildo Zegna, feitos à mão, sob medida e com o nome do dono bordado na parte de dentro do bolso. Também acumulou joias das mais caras lojas do Rio, compradas para presentear a mulher, Adriana Ancelmo (hoje em prisão domiciliar), e para lavar dinheiro sujo. Entre 2012 e 2016, segundo as investigações, Cabral gastou R$ 6 milhões com anéis, pulseiras, brincos e colares em apenas uma joalheria. Tudo pago em dinheiro e sem nota. "Ele demonstrou uma voracidade muito grande, incomum. Esses valores que descortinamos podem até existir em outras investigações, mas nós conseguimos provar", disse o procurador Leonardo Freitas, da força-tarefa da Lava Jato no Rio. "O que torna sua organização ímpar é a dimensão que ela teve: praticamente todo o aparato do Estado." Até na Cadeia Pública José Frederico Marques, reformada para recebê-lo, o ex-governador estaria mantendo o "status". Teria um "mordomo" para limpar e organizar a cela que divide com cinco pessoas e teria tentado comprar uma sala com home theater para ver filmes. A instalação da cinemateca na prisão, no entanto, foi frustrada pela Secretaria de Administração Penitenciária e o caso passou a ser investigado. De dia, Cabral e os demais presos convivem na galeria, de 800 metros quadrados, e frequentam a biblioteca. "Os servidores escalados para esta galeria têm perfil mais discreto e o respeitam, mas tentam tratá-lo como um preso qualquer. Só que quem tem dinheiro tem sempre alguém para servi-lo, no presídio ou em qualquer lugar", afirmou um agente penitenciário. As investigações mostram indícios de irregularidades desde que Cabral era deputado. Sociável e comunicativo, herdeiro da simpatia que o Rio nutre por seu pai, o jornalista Sergio Cabral, ele entrou para a política aos 19 anos. Pouco depois já era diretor da Companhia de Turismo do Estado do Rio (TurisRio), na gestão Moreira Franco (PMDB). Suas bandeiras na Assembleia Legislativa, casa em que entrou ainda pelo PSDB, foram a juventude e o idoso. Deputado estadual de 1991 a 2003, quando foi para o Senado, presidiu a Assembleia a partir de 1995. No Palácio Guanabara (2007-2014), não teve oposição, lembrou o cientista político Ricardo Ismael, professor da PUC-Rio. "Cabral perdeu a noção e deixou muitos rastros. Hoje, as pessoas perguntam: por que ninguém denunciou? Ele foi blindado de qualquer tipo de investigação pelo arco grande de alianças, apoio do governo federal, a Alerj, o Tribunal de Contas, a neutralização de parte importante da esquerda." Para Ismael, só quando as relações promíscuas com empresários surgiram, em 2012, e com as manifestações de 2013 sua base ruiu. Cabral renunciou em 2014 e "desapareceu". O ex-governador já recorreu das três condenações. Sustenta que apenas fez mau uso de dinheiro de campanha - caixa 2. Nega ter recebido propina. Segundo o advogado Rodrigo Roca, Cabral segue "com o espírito muito forte", "confiante" e "decidido a provar sua inocência". Nesta sexta, o primeiro ano de prisão do peemedebista será comemorado por bombeiros, que planejam cortar um bolo do lado de fora da cadeia. "Se ele ficar 30 anos preso, farei festa a cada ano", disse o subtenente Valdelei Duarte. Na gestão Cabral, a categoria foi punida por causa de uma greve e bombeiros foram chamados de "vândalos" pelo então governador. 


EBC 
Nov
17
2017
Política

O presidente do DEM na Bahia, deputado federal José Carlos Aleluia, afirmou que o grupo político da oposição não tem nenhuma outra figura que possa disputar as eleições do próximo ano, na tentativa de derrotar a candidatura à reeleição do governador Rui Costa. Para ele, o único nome é o do prefeito de Salvador, ACM Neto. “Quando se tem uma árvore muito frondosa, muito difícil esta árvore dar sua sombra. Neste momento, Neto é uma liderança muito forte dentro da Bahia e dentro do Democratas. Eu diria até que, no nosso campo, na nossa coligação, que basicamente governa Salvador, nós não enxergamos e não trabalhamos outro nome”, declarou, em entrevista ao Bahia Notícias. Apesar de a candidatura de Neto ser dada como certa, o democrata ainda não confirmou se vai participar da disputa e, quando questionado publicamente sobre o assunto, acaba desconversando. A fala do parlamentar, no entanto, deixa de fora possíveis postulantes do próprio grupo de oposição. O presidente do PSDB na Bahia, deputado federal João Gualberto, por exemplo, já se colocou como um nome que poderia ir ao páreo contra Rui, caso Neto decline de participar da disputa. Entretanto, nos bastidores, a avaliação de Aleluia é mais corrente. A oposição não consegue enxergar atualmente uma liderança com poderio bélico para enfrentar o petista, e em pé de igualdade. Ainda segundo o dirigente estadual do DEM, Neto tem mostrado tendência a aceitar se candidatar, mas demonstra cautela para bater o martelo. “Ele tende a aceitar uma candidatura, mas está verificando de que forma a população de Salvador aceita sua candidatura. As primeiras consultas indicam que aceita bem”, relatou.

Bahia Notícias 
Nov
17
2017
PGR

Um parecer que defende a possibilidade de decretação de prisão após a condenação judicial em segunda instância foi enviado nesta quinta-feira (16), ao Supremo Tribunal Federal (STF), pela procuradora-geral da República Raquel Dodge. De acordo com o G1, a procuradora-geral enviou o documento aos gabinetes dos 11 ministros do STF. Ainda não há uma previsão de julgamento dos processos que tramitam com este tema. Ainda segundo o G1, além do documento enviado por Dodge, outras duas ações apresentadas pela ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo Partido Ecológico Nacional (PEN) serão julgadas pelo STF.

G-1 
Nov
17
2017
Passaporte

Um acordo assinado nesta quinta-feira (16) pelo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia e o ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vai contribuir para a redução do tempo de atendimento para emissão de passaportes em até 60%. O acordo permite o compartilhamento dos bancos de dados biométricos do TSE e da Polícia Federal. O TSE poderá fornecerá à PF impressões digitais e fotografias de eleitores cadastrados que tenham protocolo de agendamento nos cartórios com o objetivo de emitir passaporte. "Com isso a gente espera que o cidadão não precise mais ficar fazendo coleta de impressões digitais, biometrias. Isso vai reduzir bastante o tempo de atendimento e consequentemente melhorar o recebimento do documento",  afirmou Segóvia.

EBC 
Página 3/946 |< < 1 2 3 4 5 6 > >> >|
Visitantes
US 54.162.x.x
Unknown 176.9.x.x
Unknown 200.187.x.x
US Google spider
Usuários
Olá Visitante
IP: 54.162.166.214

Usuário
Senha