“Foi uma escolha que nós fizemos de praticamente repetir o time do meio para trás, fazer as alterações mais à frente. É uma coisa que eu pensei bastante durante o jogo e assumo a responsabilidade por ter mantido esse time. Eu achei que, através da posse de bola, a gente conseguiria controlar e dar menos chances ao Mirassol”.
O comandante também voltou a lamentar a falta de descanso.
“Logicamente, sabia que todos estavam exaustos, cansados e, assim como o time todo, precisavam de um descanso, mas não existe essa janela de oportunidade para a gente”.
Lições para as finais
O treinador fez questão de usar a goleada como alerta para os próximos compromissos.
“Que cada jogo começa do zero, é uma nova história. Por mais que você faça uma sequência de 9 jogos com 6 triunfos e 3 empates, os jogos passados não garantem absolutamente nada no jogo que está por vir”.
O Bahia volta a campo já nesta quarta-feira (, quando enfrenta o Confiança, pela decisão da Copa do Nordeste.