
Nosso desgoverno teima em enfrentar o gigante da América. As nações podem até ser iguais na definição de soberania e independência; mas, na prática, é claro que existem diferenças: de poder executivo, militar e tecnológico.
O nosso presidente, ao criar picuinhas com o nosso irmão do Norte, disputando quem manda mais, acaba apenas se tornando irrelevante. Essa postura é ridícula e não leva a nada.
A solução precisa vir do nosso lado. Deputados aliados devem se reunir e convencer o governo a rever suas posições diante dos Estados Unidos, votando uma anistia ampla, geral e irrestrita, além da anulação de julgamentos espúrios.
Recuar não é capitular; é agir com inteligência. Tudo se conquista pela diplomacia. Devemos ser protetores do povo, porque, numa briga, não há vencidos, nem vencedores;apenas feridos. E, no fim, o maior é aquele que sabe cantar as suas perdas.
Finalizo pedindo bom senso a quem detém o poder, para que não prejudique o povo pacífico do nosso querido Brasil. E que Deus derrame sobre nós as mais escolhidas bênçãos celestiais.
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Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. |


