
O deputado federal José Medeiros (PL-MT) sugeriu que houve “chumbo trocado” por parte do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, na operação “Galho Fraco” da Polícia Federal (PF) desta sexta-feira (19), que mirou os deputados federais Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara e Carlos Jordy (PL-RJ).
O parlamentar liga “coincidência” da batida de hoje, com a nova fase da operação Sem Desconto, deflagrada na quinta-feira (18), determinada pelo ministro André Mendonça, que mirou Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo Lula (PT) no Senado e aliado de Dino.
“Ministro Flávio Dino manda Polícia federal na casa do Sostenes aliado do ministro André Mendonça, um dia após André Mendonça mandar polícia federal fazer busca na casa do aliado de Dino, senador Weverton Rocha. Coincidência ou chumbo trocado?”, escreveu Medeiros nas redes sociais.

Além de Weverton, foram alvos na Sem Desconto: Romeu Carvalho Antunes, filho do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS” e preso pelo mesmo esquema em setembro, e Eric Fidelis, filho do ex-diretor de Benefícios do órgão, André Fidelis, também preso anteriormente, ambos presos na batida.
O secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo Portal, foi afastado do cargo e também teve prisão decretada.
DIÁRIO DO PODER

