Ex-dirigente da ANP agora representa empresas que fiscalizava

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REDAÇÃO

Após 26 anos na Agência Nacional do Petróleo (ANP), Carlos Orlando da Silva deixou o cargo de superintendente de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos para assumir diretoria no Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), onde representa empresas que antes fiscalizava.

O conselho do IBP tem como membros, além da Petrobras, executivos das três maiores bandeiras: Shell, Ipiranga e BR. Com a chegada de Silva, o IBP passou a produzir relatórios contra a Refit, com base em informações contraditórias da ANP.

O IBP, no entanto, não tem qualquer palavra sobre o cartel formado pelas três grandes bandeiras aliadas e já condenado pelo Cade.

Para piorar, esposa de Silva, Renata Bona, é assessora de Symone Araújo, diretora da ANP,  que, junto ao colega Pietro Mendes, conduziu a operação na Refit, segundo denúncias, sem o conhecimentos dos demais dirigentes da Agência.

DIÁRIO DO PODER

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