Embaixadora ativista do Brasil vê ‘martírio’ do tirano do Irã

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Aiatolá Ali Khamenei. Foto: Reprodução
REDAÇÃO

A contaminação ideológica da diplomacia no governo Lula (PT) não se limita ao alinhamento a ditaduras corruptas e cruéis: nivela diplomatas por baixo. Caso do telegrama ao Itamaraty da encarregada de negócios em Burkina Faso, Claudia Assaf, sobre assinar livro de condolências pelo “martírio” do “líder supremo” Ali Khamenei, ditador cujo regime matou dezenas de milhares de opositores semanas antes do ataque dos EUA e da “potência ocupante”. A ativista se recusa a escrever o nome de Israel. Procurado, o Itamaraty não respondeu. O espaço permanece aberto. A ionformação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Pior é que a “embaixadora interina” afirma no papelório que assinaria o livro de condolências “em nome do governo e do povo brasileiro”.

Na internet, ela elogia a “candura” de Khamenei, cujo regime persegue, mata ou prende e mulheres, como a Nobel da Paz Narges Mohammadi.

DIÁRIO DO PODER

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