
A China registrou, em 2025, o maior superávit comercial da história mundial, mesmo após o ajuste pela inflação, segundo dados da Administração Geral das Alfândegas.
O saldo entre exportações e importações alcançou US$1,19 trilhão, alta de 20% em relação a 2024, resultado sustentado pela forte expansão das vendas externas, apesar do tarifaço imposto pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
As exportações chinesas cresceram ao longo do ano, com destaque para os embarques destinados à União Europeia, África, América Latina e Sudeste Asiático, enquanto as importações permaneceram praticamente estagnadas. Em dezembro, o superávit mensal somou US$ 114,14 bilhões, um dos maiores já registrados.
O resultado também foi favorecido por um câmbio mais fraco, que aumentou a competitividade dos produtos chineses no exterior, e pela política de substituição de importações, em meio à demanda interna pressionada pela crise imobiliária e pela deflação.
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