
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, em carta, que pediu à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para adiar qualquer envolvimento direto na política até março deste ano.
O político destacou que Michelle está integralmente dedicada aos cuidados com a filha do casal, Laura, recém-operada (não destacou qual foi o procedimento), além de prestar assistência ao próprio ex-presidente.
No texto, Bolsonaro destaca que a esposa se encontra “por demais ocupada” com as demandas familiares e reforça que a decisão sobre sua eventual participação política foi tomada em comum acordo.
Na carta, o ex-presidente também faz um apelo à unidade entre apoiadores e aliados. Dirigindo-se “a todos que comungam dos mesmos valores — Deus, Pátria, Família e Liberdade”, ele lamenta críticas vindas da própria direita contra “alguns colegas e à minha esposa”, sem citar nomes.
Bolsonaro afirma que, em campanhas majoritárias e nas disputas pelas “cobiçadas vagas para o Senado”, os apoios devem ser construídos “pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”.
Ao final, o ex-presidente agradece as manifestações de apoio recebidas e reforça a mensagem de coesão entre seus seguidores: “Da nossa união o futuro do Brasil.”
Veja na íntegra:
“Dirijo-me a todos que comungam comigo dos mesmos valores — Deus, Pátria, Família e Liberdade — para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa.
À Michelle pedi para só se envolver na política após março/26, já que a mesma se encontra por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém operada, bem como nos cuidados à minha pessoa.
DIÁRIO DO PODER

