Na política brasileira, militantes tudo fazem para tirar proveito.
O Fundo Partidário, por exemplo, foi criado única e exclusivamente para agraciar não só os candidatos competentes, como os que se candidatam exclusivamente para se locupletar com as vantagens advindas de tais candidaturas.
Sobejamente, há casos que retratam muitas situações de eventuais políticos que a cada eleição tentam com insistência driblar nas suas prestações de conta.
Ouvi de um político de média capacidade de obter votos, que não perde uma eleição, mesmo sabendo que dificilmente poderá se eleger. Mas as facilidades ensejam tais práticas, basta que seja candidato lançado por algum partido.
Curioso com tal procedimento, descobri o porque. Trata-se nada mais, nada menos, do que por a mão no chamado Fundo Partidário, mais uma façanha dos políticos que já se acostumaram com às benesses daqueles que sonham em obter um mandato eleitoral.
Curioso é saber-se, por exemplo, que há casos costumeiros ocorridos entre marido e mulher, pais e filhos acostumados à práticas, fatos que só ocorrem em países do terceiro mundo.
Fácil é saber-se porque esses grupos se multiplicam. Nada mais, nada menos, do que as vantagens finaneiras que propiciam aos correntes.
Candidato a Deputado Federal é contemplado com três milhões de reais do Fundo Eleitoral (alguns), afora doações voluntárias e a deputado estadual é de um milhão de reais, também excluidas as doações extras. .
O Fundo Eleitoral é, sem dúvida, quem alimenta diversas postulações, como de marido e mulher e outras maneiras de coligações.
Já se sabe que em muitas ocasiões houve reclamações quanto a tais doações, uns se queixando de coligações em um dos candidatos abrem mão das verbas em favor do outro, por exemplo.