Somente as disciplinas de português, matemática e língua inglesa serão obrigatórias durante os três anos.
Com isso, a carga horária será 60% dedicada ao currículo base e os outros 40% para as disciplinas eletivas. Dessa forma o estudante escolherá a área do conhecimento que deseja aprofundar. E o ensino técnico poderá ser realizado ao mesmo tempo.
Serão disponibilizadas novas ferramentas, para o aprofundamento e interesse dos estudantes, os itinerários formativos, que são conjuntos de disciplinas, projetos, oficinas, núcleos de estudo entre outros. Apesar da proposta de nivelamento entre todas as escolas, públicas e privadas, as redes de ensino não são obrigadas a ofertar todos os itinerários, ficando a critério de cada instituição, de acordo com suas condições de funcionamento.
Existe a possibilidade das escolas, por intermédio das secretarias de Educação, têm a possibilidade de firmar parcerias com institutos federais, universidades estaduais e federais para garantir a oportunidade de itinerários aos estudantes.
No Distrito Federal, a secretaria de Educação explica que o Novo Ensino Médio teve início em 2020, por meio de cinco escolas pilotos, duas no Gama, uma no Recanto das Emas, em Sobradinho 2 e uma em Taguatinga.
E agora será implementado em toda rede de forma gradual: 2022: 1º ano 2023: 1º e 2º anos e 2024: 1º, 2 ºe 3º anos.
Na rede privada os preparativos para o começo do ano letivo também estão sendo implementados. O diretor do colégio Marista, Luiz Gustavo Mendes afirma que a mudança já era estudada .”Ter um novo Ensino Médio já era discutido na Rede Marista e a nova legislação nos deu oportunidade para implementar conceitos e práticas que já vinham sendo refletidos anteriormente”.
DIÁRIO DO PODER