
O líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT), tratou de minimizar as investigações da Polícia Federal (PF) contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A PF determinou as quebras dos sigilos fiscal e bancário de Lulinha para investigar a relação dele com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, envolvido em um esquema de fraudes que causou prejuízos a aposentados e pensionistas do INSS.
Em entrevista à coluna de Paulo Cappelli, no site Metrópoles, Jaques Wagner disse que, até o momento, não há qualquer elemento que aponte para qualquer irregularidade cometida pelo filho do presidente.
“Pra mim, isso não vai dar em nada. Pra mim é pastel de vento. Podem descobrir um favor: viajou, alguém pagou o hotel dele. Não dá para caracterizar isso como uma coisa criminosa”, disse.
O senador acredita ainda que a investigação contra Lulinha não vai impactar na campanha à reeleição do presidente.
“A quebra de sigilo não revelou nada. Depois tem a história de que alguém pagou uma viagem. Mas a quebra de sigilo está feita. Se tiver alguma coisa, está na mão da Polícia Federal. Eu não acho que é tiro de bazuca [na campanha à reeleição de Lula]”. Eu conheço o Fábio e a família muito bem. Conheço o patrimônio, a simplicidade dele”, declarou.
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