
Nesta terça-feira (24), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), permitiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpra pena temporária em prisão domiciliar. Ao autorizar, o magistrado apontou que o líder conservador errou ao não ter acionado o “botão de pânico” quando precisou ser internado.
Segundo Moraes, o cuidado médico ao ex-chefe do Executivo na Papudinha foi eficiente e permitiu uma rápida remoção para unidade hospitalar no dia em que precisou ser internado.
O ministro também criticou as teses da defesa de que a unidade prisional apresentava riscos à saúde do ex-presidente.
A decisão de Moraes atendeu a um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou favoravelmente à medida em razão do estado de saúde do ex-chefe do Executivo. O prazo inicial da medida é de 90 dias a contar da data em que o líder conservador receber alta. As informações são do Poder360.

