Gilmar Mendes leva ao plenário caso de Lulinha e quebra de sigilo da CPMI do INSS

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, pediu destaque do julgamento que analisa a decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu as quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS, entre elas a do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O julgamento virtual foi iniciado nesta sexta-feira (13) com o voto de Flávio Dino pela manutenção da suspensão da quebra de sigilo feita pela CPMI do INSS.

Em seguida, Gilmar Mendes, pediu destaque. Com isso, o caso será levado ao plenário físico, com os 11 ministros, ainda sem data definida. Até lá, a decisão de Dino que suspendeu a quebra de sigilo será mantida.

O Supremo foi acionado pela defesa da empresária Roberta Luchsinger, amiga do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Inicialmente, Dino suspendeu as quebras de sigilo referentes à empresária, Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. Em seguida, o ministro invalidou a votação dos 87 requerimentos de forma conjunta e sem a devida individualização, beneficiando o filho do presidente.

Lulinha entrou na mira da CPMI do INSS após a Polícia Federal encontrar mensagens entre o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e a empresária Roberta Luchsinger com supostas menções ao filho do presidente.

Em 2025, a empresária foi alvo de operação da PF por suspeitas de ter recebido R$ 1,5 milhão do Careca do INSS. Segundo uma troca de mensagens entre Roberta e o Careca do INSS, a quantia seria para o “filho do rapaz”, para investigadores, uma referência ao filho do presidente.

No entanto, um relatório da PF diz que ainda não havia encontrado indícios de que Lulinha estivesse diretamente envolvido nas fraudes do INSS.

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