
A humanidade está atravessando um momento histórico, e quem acompanha os fatos do lado errado põe tudo a perder. Os ataques em conjunto dos Estados e de Israel ao Irã nada mais são do que a resposta, ainda que tardia, às constantes agressões promovidas por seus áulicos — Hezbollah, Houthis, Hamas — que, durante décadas, espalharam o terror contra pessoas inocentes, tendo como ápice o brutal ataque de 7 de outubro de 2023 contra civis israelenses, mulheres, crianças e idosos, com inenarráveis absurdos.
Acompanhamos notícias de apoio de toda a comunidade internacional ocidental, exceto do governo esquerdista comunista brasileiro que, por meio do assessor para assuntos internacionais, Celso Amorim, declarou: “Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está no exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior”.
O que pode ser pior do que, como nação, sermos a escória do mundo? Hoje somos parceiros da China, país comunista que persegue e mata cristãos e destrói seus templos, e da Rússia, que invadiu o pequeno vizinho, a Ucrânia, e já foi responsável pela morte de milhões de jovens ucranianos e de seu próprio país.
Espero que, nas próximas eleições, no final do ano, escolhamos um governante afinado com nossas tradições judaico-cristãs e que não nos envergonhe perante o mundo.
Finalizo pedindo a Deus paz para o povo ordeiro e oprimido há décadas do Irã, e que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos os iranianos.
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Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. |


