
O Exército Brasileiro confirmou nesta sexta-feira (20) a aposentadoria antecipada do tenente-coronel Mauro Cid, válida a partir de 2 de março. A decisão foi tomada após o militar solicitar a reserva remunerada por cota compulsória, mecanismo que permite a saída da ativa antes do tempo previsto.
A portaria foi assinada pelo general de brigada Luiz Duarte de Figueiredo Neto, diretor de Assistência ao Pessoal do Exército. Com 46 anos e quase 30 anos de serviço, Cid teria direito à aposentadoria completa somente após 31 anos de carreira.
A antecipação, no entanto, garante que ele receba quase todos os benefícios da ativa, com remuneração aproximada de R$ 16 mil mensais.
O militar precisará deixar a residência funcional em Brasília dentro de 90 dias. Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, havia sido condenado a dois anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe, mas teve a pena reduzida após acordo de delação premiada com a Polícia Federal.
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