Operações do Master reanimam CPMI e foco em Krushewsky

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Advogado Eugênio Krushewsky – Foto: reprodução/redes sociais.
REDAÇÃO

As operações desta quarta-feira (17) da Polícia Federal, sob determinação do ministro do STF Dias Toffoli, irão dar ânimo novo para a CPI do INSS na volta do recesso, em fevereiro. Um dos requerimentos pendentes de votação tem como alvo o advogado baiano Eugênio Lruschewsky, apontado numa teia complexa desde a fundação do braço de descontos de consignados do banco, segundo os senadores.

Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, e deputado Josenildo (PDT-AP) querem a convocação e a movimentação financeira de Kruschewsky. Eles protocolaram dois pedidos em relação ao advogado, cujos parentes também se envolveram – como ele – com o grupo de Daniel Vorcaro. Sua prima era a diretora jurídica da estatal privatizada que criou a plataforma de descontos usada no INSS. Seu ex-sócio e primo foi diretor jurídico do próprio Master. Por 15 anos.

Os membros da CPMI querem entender qual o papel do advogado na “gênese das fraudes”. O próprio advogado Eugênio Kruschewsky foi advogado do banco e afirma que seu trabalho foi de natureza estritamente profissional. Os senadores apresentaram pedido de convocação e análise do sigilo, além de acareação dos três Kruschewsky. Suspeitam que estão na “gênese das fraudes”.

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