‘Um golpe que nunca existiu’, diz Carlos Bolsonaro em alusão ao 8/1

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Jair Bolsonaro (PL) e Carlos Bolsonaro (PL-RJ) – (Foto: Beto Barata/ PL)
LUAN CARLOS

O pré-candidato ao Senado Federal, Carlos Bolsoanro (PL-SC), afirmou nesta quinta-feira (8) que nunca existiu uma tentativa de golpe de Estado referente aos atos de 8 de janeiro de 2023.

Em publicação nas redes sociais, o filho “02” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) faz uma alusão ao evento de defesa da democracia, promovido pelo governo federal, nesta quinta em Brasília.

“Um golpe que nunca existiu, uma perseguição suprema jamais vista na história do Brasil e leis sumariamente ignoradas, inclusive quando comorbidades graves são expostas”, disse Carlos no X (antigo Twitter).

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Carlos, foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por suposta tentativa de golpe de Estado, em um processo chamado de “trama golpista”, que tramitava na 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo as investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR), Bolsonaro foi denominado como o “líder” da suposta organização criminosa e também incentivou os atos antidemocráticos que culminaram na depredação na sede dos Três Poderes.

O ato promovido pelo presidente Lula (PT), o ato em Brasília, está sendo realizado pelo terceiro ano seguido.

O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo da “trama golpista” no STF, divulgou um levantamento em dezembro do ano passado, que mostra que 810 pessoas foram condenadas pelo envolvimento nos atos de 8 de janeiro.

Até o momento, já foram 810 condenações, sendo 395 pelos crimes mais graves e 415 pelos crimes mais leves, além de 14 absolvições, detalhou Moraes.

Desde janeiro de 2023, foram autuadas 1.734 mil ações penais contra réus ligados ao apoio de golpe militar e acampamentos ilícitos no período pós-eleitoral de 2022.

“Tudo isso sob o silêncio cúmplice das instituições que deveriam zelar pela Constituição, pelos direitos humanos e pelo devido processo legal. O que se assiste não é Justiça, é vingança; não é democracia, é exceção permanente; não é Estado de Direito, é o verdadeiro negacionismo em sua essência”, finaliza Carlos.

 DIÁRIO DO PODER

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