Não há como disfarçar como se gasta tão mal um valor expressivo da nossa moeda, pois ninguém visualiza sequer uma obra que possa justificar tanta grana.
O certo é que o nosso governador, Jerônimo, estreante na política, pois antes foi um razoável Secretário da Educação do Estado, e de repente, numa escolha desastrada galgou o posto de governador, responsável pelo destino de uma cadeira sempre carente de um líder que inspire a confiança de um povo já cansado de pretéritas administrações.
Tem governado a Bahia de uma forma bisonha e sua maior façanha é a ser o recordista como tomador de empréstimos internacionais, pois até esta data já somam 4,5 bilhões de reais, um recorde nefasto, que no futuro provocará uma eventual crise financeira, quando do pagamento.
E o pior de tudo tem sido tem sido a forma da aplicação de tais recursos, pois não se sabe, até esta data, que nenhuma obra feita e os gastos têm sido para pagamentos de compromissos anteriores.
O governador baiano está próximo do esgotamento da dinheirama e provavelmente usará o expediente de honrar a liquidação do grande aporte através da costumeira prática de tomar mais dinheiro para paulatinamente, amenizando um compromisso que tende a se multiplicar com o decorrer dos anos.
Segundo estudiosos, a Bahia ainda não experimentou, ou teve a satisfação de inaugurar qualquer nova obra com os recursos de 4,5 bilhões de reais. Fala-se até que os pequenos empreendimentos e dívidas inexpressivas, têm sido honrados de forma sorrateira.
As promessas de revatilazação do Aeroporto de Barreiras e a duplicação da BR 242, o que tem causado acidentes fatais. Já o Aeroporto, apenas houve serviços de pouca monta, como poucas máquiinas com obras anunciadas há 90 dias, com a promessa de entrega em 10 meses (kkkkkkkk). Segundo relatos, será mais uma obra a ser empurrada com a barriga até 2026 nas próximas eleições.
Necessitamos, então, que tenhamos no futuro na administração estadual de políticos que tenham uma visão apurada dos nosos problemas e que gastem com parcimônia os recursos disponíveis, e que planejem mais as contas de receitas diversas. Do contrário, sempre teremos endividamentos desnecessários.
Itapuan Cunha

