O ministro da Fazenda Fernando Haddad, afirmou neste sábado (5) que os países-membros do Brics apoaiarão, formalmente, às negociações da Convenção Tributária da ONU, incluindo uma referência à taxação de super-ricos. O tema é proposto pelo Brasil desde que o país assumiu a presidência do G20, no ano passado. O consenso será divulgado ainda hoje. De acordo com a CNN, a medida será incluída na declaração conjunta dos ministros das Finanças e presidentes dos Bancos Centrais do Brics. Haddad destacou que o apoio representa “um passo decisivo rumo a um sistema tributário global mais inclusivo, justo, eficaz e representativo”, com o objetivo de que os mais ricos do mundo contribuam de forma proporcional. A Convenção-Quadro das Nações Unidas busca ampliar a cooperação internacional para combater a evasão fiscal e criar mecanismos de tributação sobre grandes fortunas. A iniciativa do Brics ocorre em meio a um contexto doméstico delicado para o governo Lula, que enfrenta resistência no Congresso com a alta do IOF e a taxação de investimentos antes isentos, como LCIs e LCAs. BAHIA.BA
O ministro da Fazenda Fernando Haddad, afirmou neste sábado (5) que os países-membros do Brics apoaiarão, formalmente, às negociações da Convenção Tributária da ONU, incluindo uma referência à taxação de super-ricos. O tema é proposto pelo Brasil desde que o país assumiu a presidência do G20, no ano passado. O consenso será divulgado ainda hoje. De acordo com a CNN, a medida será incluída na declaração conjunta dos ministros das Finanças e presidentes dos Bancos Centrais do Brics. Haddad destacou que o apoio representa “um passo decisivo rumo a um sistema tributário global mais inclusivo, justo, eficaz e representativo”, com o objetivo de que os mais ricos do mundo contribuam de forma proporcional. A Convenção-Quadro das Nações Unidas busca ampliar a cooperação internacional para combater a evasão fiscal e criar mecanismos de tributação sobre grandes fortunas. A iniciativa do Brics ocorre em meio a um contexto doméstico delicado para o governo Lula, que enfrenta resistência no Congresso com a alta do IOF e a taxação de investimentos antes isentos, como LCIs e LCAs. BAHIA.BA
Salvador aparece na 22ª posição no ranking das cidades mais felizes do Brasil em 2025, segundo estudo anual da Organização das Nações Unidas (Onu). A pesquisa, baseada no modelo do World Happiness Report (WHR), combina dados objetivos e variáveis subjetivas de bem-estar e adapta os critérios internacionais de qualidade de vida à realidade brasileira.
O levantamento identifica os municípios com os melhores indicadores sociais e busca apontar os territórios onde as pessoas vivem com mais satisfação, segurança e equilíbrio. Entre os fatores analisados estão Pib per capita, expectativa de vida saudável, apoio social, liberdade para fazer escolhas de vida, generosidade e percepção de corrupção.
No topo do ranking aparecem Joinville (SC), com nota 8,91/10, seguida por São José dos Campos (SP), Curitiba (PR), Gavião Peixoto (SP) e Maringá (PR). Completam o grupo das dez primeiras colocadas Vinhedo (SP), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Brasília (DF) e São Caetano do Sul (SP).