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Fev
21
2018
Destaque


A comissão de revisão do novo Código Tributário de Barreiras protocolou ontem, 20 de fevereiro, junto às casas dos poderes executivo e legislativo do município seu posicionamento definitivo a respeito do Código.
 
Fev
21
2018
Destaque
O Superior Tribunal de Justiça acaba de converter a prisão preventiva dos irmãos Joesley e Wesley Batista em domiciliar. A decisão foi tomada pela  6ª Turma da corte em votação apertada por três votos a dois, sendo o voto de desempate dado pelo ministro Sebastião Reis Júnior. Apesar da mudança, a mudança só beneficiará Wesley Batista. Joesley continua preso devido a existência de outro mandado de prisão.

 

A partir de agora, segundo a decisão do STJ, Wesley terá de se apresentar em juízo sempre que for convocado e manter o endereço atualizado junto às autoridades. Além disso, ele não poderá entrar em contato com outros réus, sob pena de voltar para a prisão, e está proibido de deixar o país.

O que chamou atenção foi que o blog do jornalista Lauro Jardim deu a notícia da soltura dos irmãos Batista antes mesmo de o julgamento ter começado. Jardim é o mesmo que deu a notícia dos áudios gravados por Joesley com o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) com a interpretação do Ministério Público Federal.

Diário do Poder 
Fev
21
2018
Lava Jato
A defesa do ex-presidente Lula entregou nesta terça (20) os embargos de declaração ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região para esclarecer alguns pontos da condenação, por unanimidade, a 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex.

 

Os advogados esperaram até o último dia do prazo para apresentar o recurso, que não pode mudar o resultado do julgamento e, na prática, serve apenas para adiar um mandado de prisão do petista.

A prisão é tida como iminente já que o relator do caso, desembargador João Pedro Gebran Neto, disse em seu voto que o mandado de prisão só seria expedido após análise de todos os recursos no tribunal de segunda instância.

Lula foi condenado por receber um apartamento tríplex da empreiteira OAS como forma de pagamento de propina por favorecimento da construtora em contratos com o governo e órgãos públicos.

Diário do Poder 
Fev
21
2018
Lava Jato

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta sexta-feira (20) um pedido de liberdade para o ex-ministro e ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Em julgamento, o colegiado rejeitou a solicitação por 4 votos a 1. O pedido de liberdade foi apresentado como parte de um processo que apura um suposto esquema de propinas envolvendo desvios do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa. O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) aponta que Eduardo Alves e outros investigados mantinham uma conta bancária no exterior para receber propina em troca de facilidades na liberação de recursos do FI-FGTS.

 Agência brasil
Fev
21
2018
Intervenção no Rio de Janeiro

O Congresso aprovou na noite desta terça-feira (20) o decreto que autoriza a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Depois de a Câmara dar o aval, foi a vez de o Senado chancelar a medida por 55 votos a favor, 13 contra e uma abstenção. Por se tratar de um decreto presidencial, a intervenção já está em vigência desde sexta-feira, quando a medida foi assinada pelo presidente Michel Temer. Coube aos parlamentares apenas dizer se aceitavam ou não a decisão, sem ter o direito de fazer modificações no mérito da proposta. A medida terá validade até 31 de dezembro. Enquanto estiver em vigor, o general Walter Braga Netto, do Comando Militar do Leste, será o interventor no Estado e terá o comando dos aparelhos de segurança do Rio, como as Polícias Civil e Militar. Relator do decreto no Senado, o senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), aliado do prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), afirmou que o governo não pode deixar faltar recursos para as ações que serão colocadas em prática no Estado. Segundo Lopes, o Palácio do Planalto "tem que apresentar o mais rápido possível" o plano de trabalho e a previsão de gastos da intervenção no Rio. "Não dá para começar uma operação dessa magnitude e no meio dizer que não alcançamos o que queríamos por falta de recurso", disse. Até agora, o governo não divulgou quanto a medida vai custar. Caberá a Braga Netto apresentar nos próximos dias um planejamento detalhado das medidas. Assim como na Câmara, a maioria dos senadores da base votou a favor da medida. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) criticou o governo, mas votou a favor do decreto. "A intervenção é decorativa e expõe as Forças Armadas, mas é inevitável", disse. Encaminharam voto contrário ao texto PT, PSB, PCdoB e Rede. "Esse é um governo paspalhão e essa intervenção é uma intervenção tabajara. Se der errado, nós vamos recorrer a quem? Ao Vaticano?", questionou o líder da minoria no Senado, Humberto Costa (PT-PE).


Agência Brasil 
Fev
21
2018
Destaque

A evolução dos índices de violência no Rio de Janeiro e na Bahia mostram que há uma diferença expressiva entre os dois estados. Enquanto os fluminenses assistiram uma redução paulatina dos índices, os baianos acompanharam assustados a nova configuração do quadro de homicídios ao longo dos últimos 20 anos, cujos dados foram compilados pelo IPEA no Atlas da Violência. Apenas para ficar restrito a uma das variáveis, o número de homicídios, a Bahia registrou 39,5 mortes para cada 100 mil habitantes em 2015, frente aos 30,6 do Rio Janeiro. Em 1996, primeiro registro do Ipea, o número era bem diferente: 59,9 no Rio e 15,0 na Bahia. As razões para os números tão distintos são tão diversas que ficaria difícil exemplificá-las. Vão desde a subnotificação no passado até a notificação com categorias distintas, como acontece atualmente. Essa última justificativa, inclusive, é uma das mais recorrentes da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, que opta por questionar a origem dos números ao invés de provocar uma discussão sobre conteúdo dos mapas e atlas da violência disponíveis. E a SSP, em certo ponto, está certa ao criticar a ausência de uniformização dos dados sobre o tema no Brasil. Cada estado trata, a seu bel prazer, as informações que deseja reportar, o que dificulta o tratamento sério de um dos maiores cânceres da sociedade brasileira: a violência. Nem por isso precisamos na Bahia de uma intervenção federal para tentar coibir o problema. Essa é uma das razões pelas quais a intervenção no Rio de Janeiro não deveria ser levada completamente a sério. A situação lá sequer estava tão descontrolada como pregou o governo federal ao decretar o ato que transferiu a segurança pública para um comandante do Exército. O Estado do Rio de Janeiro faliu ao longo dos últimos anos em virtude dos próprios governantes, que ruíram qualquer perspectiva otimista de futuro. Talvez nesse ponto governo e oposição na Bahia concordem: estamos longe do desgoverno que os fluminenses são vítimas (olha só, não eram os nordestinos que não sabiam votar?). Nessas horas, é até bom que os olhos do marketing federal estejam voltados para a imagem do Rio de Janeiro e não para os índices de violência. Afinal, não queremos uma intervenção por aqui. Já nos basta a briga entre Rui Costa e ACM Neto no noticiário. Este texto integra o comentário desta quarta-feira (21) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para as rádios Excelsior, Irecê Líder FM e Clube FM.

Bahia Notícias 
Fev
21
2018
Agricultura

Com participação de fundos do financista e bilionário húngaro George Soros, as argentinas Adecoagro e Cresud na Bahia tem despertado a atenção com as atividades realizadas na Bahia. Segundo informações da newsletter especializada em economia Relatório Reservado, os dois grupos, que atuam no setor de alimentos e energia renovável, tem comprado terras e aumentando a área plantada no estado. De acordo com o último portfólio divulgado pela companhia, a Adecoagro tem mais 20 mil hectares em três projetos na Bahia. Já a Cresud atua no oeste baiano, em Correntina e Barreiras, com mais de 54 mil hectares. 

Divulgação 
Fev
21
2018
Política

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, ameaçou cortar os recursos de campanha dos deputados que insistirem na indicação de outro nome para o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em reunião, ele impôs que o interino Helton Yomura assuma como titular da pasta. Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, a conversa entre os correligionários provocou uma rebelião no partido, com o ex-ministro Ronaldo Nogueira e o deputado Alex Canziani (PR) na liderança do grupo de insatisfeitos. A polêmica na sigla teve início com a indicação de Cristiane Brasil, filha de Jefferson. A posse dela terminou barrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pois a deputada foi condenada em ações trabalhistas.

Folha de São Paulo 
Fev
20
2018
Política


A Câmara Municipal de Barreiras voltará a se reunir hoje, iniciando suas atividades deste ano. Antes, porém, haverá a solenidade de inauguração de vários melhoramentos introduzidos no seu prédio, durante o recesso que hoje se encerra.
 
Fev
20
2018
Política
O primeiro suplente do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), Junji Abe (PSD-SP) anunciou nesta terça-feira (20) que vai assumir a vaga na Câmara dos Deputados. Ontem, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afastou o deputado Paulo Maluf (PP-SP). Junji Abe não conseguiu se eleger nas eleições de 2014, e se tornou suplente da coligação MDB-PROS-PP e PSD.

 

Maluf está preso desde 22 de dezembro do ano passado no Complexo Penitenciário da  Papuda, em Brasília. O deputado preso foi condenado a sete anos e nove meses em regime fechado, pelo crime de lavagem de dinheiro.

De acordo com a assessoria de Abe, antes da posse na Secretaria da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, o político pretende conceder uma entrevista coletiva em sua cidade, Mongi das Cruzes, para formalizar sua posse e dar explicações sobre os processos a que responde pelos crimes de corrupção, superfaturamento e improbidade administrativa.

Abe foi condenado em segunda instância, por improbidade administrativa, acusado de nomear um procurador municipal sem concurso, na época em que era prefeito de Mogi das Cruzes. Na última eleição, ele chegou a ter o registro de candidatura à reeleição, como deputado federal, indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e virou ficha suja. Porém, o político conseguiu reverter à decisão com um recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Outra acusação, de 2008 quando era prefeito, é de superfaturamento em contratos com empresa de alimentação em um programa para atender a gestantes e recém-nascidos. Devido a esse processo, o político tem bens bloqueados até hoje.

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) também acusa o político de ter recebido o valor de R$ 3 milhões, além de ter cobrado a mesada de R$ 35 mil, para direcionar uma licitação para beneficiar duas empresas do transporte público. 

A assessoria de imprensa do político afirma que Junji não tem condenação transitada em julgado e nenhum dos processos contém provas periciais.

Biografia

Junji Abe tem 77 anos, é empresário e está na vida pública desde 1972. Foi vereador de Mogi das Cruzes em 1973. Depois foi deputado estadual entre os anos de 1991 a 2000. No período de 2001 a 2008 Abe foi prefeito de Mogi das Cruzes. Seu último cargo foi de deputado federal entre os anos de 2011 e 2014.

Diário do Poder 
Fev
20
2018
Intervenção no Rio de Janeiro
Foi protocolado no Senado, na manhã desta terça (20), o projeto de decreto legislativo (PDC 88/18), que trata da intervenção na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro. A matéria foi aprovada por 340 votos favoráveis, 72 contrários e uma abstenção nesta madrugada pela Câmara dos Deputados. A sessão que vai analisar a proposta no Senado foi convocada para as 18h.

 

O decreto terá impacto na tramitação de propostas de emenda à Constituição (PECs), que, segundo já adiantou o presidente do Senado, Eunício Oliveira, vão ficar paralisadas enquanto durar a intervenção federal.

“Enquanto perdurar a intervenção no estado do Rio de Janeiro, eu, Eunício Oliveira, presidente do Senado e do Congresso Nacional, não darei tramitação a nenhuma medida de mudança na Constituição, caso contrário eu estaria descumprindo a Constituição brasileira, que eu jurei cumprir. Não tramitará nenhuma mudança à Constituição do país”, afirmou o presidente do Senado.

Ainda segundo Eunício, que também preside os trabalhos do Congresso Nacional, são cerca de 190 as PECs que tramitam atualmente no Senado ou na Câmara. (ABr)

Diário do Poder 
Fev
20
2018
Intervenção no Rio de Janeiro
A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta terça-feira (20) o decreto presidencial de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, por 340x72 votos e segue para o Senado, que deve votar a medida ainda nesta terça-feira (20). A sessão durou mais de sete horas.

 

A análise do decreto, em regime de urgência não passou por comissões da Câmara. Os deputados não puderam propor emendas, modificando o que o presidente Michel Temer determinou no documento. No plenário, a relatora Laura Carneiro (PMDB-RJ) defendeu que o governo apresente um projeto complementar para destinar recursos federais às operações no Rio.

“Ao se referir aos recursos federais, o decreto trouxe um termo absolutamente genérico”, disse. “É evidente que sem o aporte significativo de recursos federais a intervenção federal não conseguirá atingir minimamente os seus objetivos”, disse.

O decreto estabelece que a medida vai durar até 31 de dezembro deste ano. Nesse período, o general do Exército Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste, será o interventor no estado e terá o comando da Secretaria de Segurança, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e do sistema carcerário no estado do Rio.

Diário do Poder 
Fev
20
2018
Lava Jato
O procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, no Paraná, criticou o “mandado coletivo de busca e apreensão” para atuar durante a intervenção na área de Segurança Pública do Rio. O pedido foi feito pelo comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas ao governo federal.

 

A medida foi comentada por Deltan, no Twitter, nesta terça-feira, 20. “Se cabem buscas e apreensões gerais nas favelas do Rio, cabem também nos gabinetes do Congresso. Aliás, as evidências existentes colocam suspeitas muito maiores sobre o Congresso, proporcionalmente, do que sobre moradores das favelas, estes inocentes na sua grande maioria”, afirmou o procurador.

Em nota, o Ministério da Defesa afirmou que a ideia do mandado coletivo foi discutida durante reunião do presidente Michel Temer com os Conselhos de Defesa Nacional e da República. Os pedidos são limitados a busca e apreensão, pois os de captura, pela Constituição, têm de ser apresentados individualmente.

Ainda não há definição de como, quando e onde isso será feito. A ideia é que a ação, uma vez concedida, possa ser executada pelas Polícias Militar ou Civil ou pelas Forças Armadas.

A Advogacia-Geral da União (AGU) admite que a medida poderá ser judicializada e já se prepara para recorrer até ao Supremo Tribunal Ferderal (STF). “Caso uma decisão dessa natureza seja objeto de questionamento, caberá à AGU fazer a defesa do ato, até a última instância”, afirmou a advogada-geral da União, Grace Mendonça. (AE)

Diário do Poder 
Fev
20
2018
Delações

O ex-procurador da República Marcello Miller organizou o material que foi usado para selar a delação da JBS junto à Procuradoria Geral da República (PGR). Segundo informações da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, ele escreveu em uma anotação sobre o dia 27 de março de 2017: “reunião Fernanda e preparação do material para reunião com o MPF”. De acordo com Folha, a menção é à advogada Fernanda Tórtima, que assina a colaboração com os irmãos Joesley e Wesley Batista, sócios do grupo J&F, controlador da JBS. No dia seguinte, Joesley entregou a gravação com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e fechou o termo de confidencialidade com Rodrigo Janot. As indicações da agenda de trabalho de Miller constam em mensagens enviadas por ele à advogada Esther Flesch, que foi a responsável por leva-lo ao escritório Trench Rossi Watanabe. Quando ele participou da reunião referente à delação, ele ainda atuava na PGR. O grampo com Aécio, quando ele pede R$ 2 milhões a Joesley Batista, ocorreu no dia 24 de março – neste dia, Miller afirma ter trabalhado por 12 horas para a JBS. Naquele mês, ele registrou 149,5 horas trabalhando para o grupo. O ex-procurador se pronunciou sobre o caso por meio de sua assessoria. “A defesa de Marcello Miller esclarece que ele não orientou pessoa nenhuma a fazer tais gravações, nem soube que elas seriam feitas”, afirma a nota. “As atividades preparatórias de Miller no período não envolveram qualquer gravação”.

Folha de São Paulo 
Fev
20
2018
Drogas matam

A legalização da maconha não é aprovada por 64,6% da população brasileira, de acordo com levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira (20). De acordo com a consulta, 30,7% dos entrevistados são favoráveis à medida, enquanto 4,7% dizem não saber ou não opinaram. A aceitação da legalização da erva é mais bem aceita na faixa etária mais jovem (16 a 24 anos), no qual o índice é de 42,6% -- os brasileiros com mais de 60 anos são os que menos defendem a iniciativa. A legalização também tem concordância de boa parte dos que tem Ensino Superior (45,2 %). A rejeição é maior no Norte e no Centro-Oeste (71,6 %) e menor no Sudeste (61,4%). Sobre a legalização do plantio da maconha no Brasil, o índice se mantém no mesmo patamar: 65,8% são contrários; 30% são a favor, e 4,2% não souberam ou não opinaram. As mulheres tem maior aceitação à ideia (63,9%) em relação aos homens (67,8%). Novamente, a faixa etária mais jovem concorda mais com a ideia (41%), enquanto apenas 24,7% dos idosos (60 anos ou mais) apoiam a autorização legal para o plantio. Pessoas com Ensino Superior também defendem mais a legalização (43,3%) contra 20,8% dos que tem Ensino Fundamental. A diferença de opinião entre as regiões se mantém – no Norte e Centro-Oeste ocorre a maior rejeição (70,7%) e no Sudeste a menor (63,1%). Foram entrevistadas 2.402 brasileiros em 208 municípios em 26 estados e no Distrito Federal, entre os dias 10 e 14 de fevereiro. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%. 

Agência Brasil 
Fev
20
2018
Destaque

A União dos Municípios da Bahia (UPB) acaba de lançar o aplicativo UPB Bahia. A ferramenta, divulgada nesta segunda-feira (19), tem como objetivo dar agilidade a conteúdos de cada município baiano. Segundo a entidade, a meta é levar maior pró-atividade aos funcionários da entidade assim como ao público em geral, na transmissão e na captura de informações. Pelo app, prefeitos, secretários e técnicos municipais podem consultar valores de FPM [Fundo de Participação Municipal], ICMS [Imposto sobre circulação de mercadorias] e Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação]. Na solução, o prefeito conta com uma agenda virtual. Estão disponíveis, ainda, informações sobre a UPB, características dos municípios, notícias, conteúdos sobre áreas técnicas da instituição, links úteis e eventos. Para instalar, basta acessar a App Store (iOS) ou Google Play Store (Android), nas lojas do app, e fazer o download gratuitamente. Cada município dispõe de login e senha para navegar no ambiente virtual. “O sistema, que é pioneiro no país, apresenta funções como o envio de conteúdo em tempo real, janela de atendimento e agendamento de reuniões. Tudo isso com o objetivo de trazer agilidade para a atuação da UPB e dos municípios”, afirma o presidente da UPB e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro.

Bahia Botícias 
Fev
20
2018
Destaque

O Ministério da Segurança Pública, que está sendo planejado pelo governo federal e deve ser criado nas próximas semanas, poderá ser ocupado por um militar: o ministro da Justiça, Torquato Jardim, tem defendido junto ao presidente Michel Temer o nome do general Carlos Alberto Santos Cruz, chefe da Secretaria Nacional de Segurança Pública para assumir o posto. Santos Cruz coordenou a missão de paz no Haiti. Segundo informações do jornal O Globo, 12 mil militares atuaram entre 2006 e 2009 no país caribenho sob seu controle. Após retornar ao Brasil, ele foi comandante da 2ª Divisão do Exército e subcomandante do Comando de Operações Terrestres. No governo federal, antes da Senasp, que assumiu em abril, ele foi assessor especial do ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e liderou a missão de paz na República Democrática do Congo, em substituição ao tenente-general indiano Chander Prakash Wadhwa, onde comandou o trabalho de cerca de 23 mil militares de 20 países até dezembro de 2015.

O Globo  
Fev
19
2018
Destaque


A Prefeitura de São Desidério vem a público comunicar à população que em virtude do falecimento do ex-vereador Alvino dos Santos, ocorrido nesta segunda-feira, 19, e por solidariedade a família, cancela a realização das festividades que aconteceriam nos dias 21 e 22 em homenagem ao aniversário de 56 anos de emancipação política do município de São Desidério.

Seu Alvino da Ilha, como era carinhosamente conhecido foi vereador por três mandatos nos anos de 1993/1996, 1997/2000 e 2001/2004. Prestou relevantes serviços à população de São Desidério e deu a sua contribuição para o desenvolvimento do município. Ele era uma pessoa muito querida e prestativa, um grande ser humano, portanto a sua partida deixou todo município em luto, não havendo clima para festas.

Em tempo prestamos nossas condolências à família e agradecemos ao povo são-desideriano pela compreensão e respeito concedidos aos familiares neste momento de dor e comoção. 

Fev
19
2018
Inaugurações em São Desidério



Cerca de 2 mil pessoas da sede e localidades circunvizinhas prestigiaram a solenidade de inauguração ocorrida no sábado 17, no povoado de Guará, a cerca de 100 km da sede de São Desidério, onde foram entregues a população: Três Casas Populares, o Sistema de Abastecimento de Água e o Ginásio de Esportes.

Fev
19
2018
Intervenção no Rio de Janeiro

Conhece aquela história manjada do sofá? É parecida com a intervenção que o Temer fez no Rio. Ele acha que retirando o sofá da sala está resolvido o problema do adultério. Pois é, na falta de planejamento, de recursos e de uma polícia inteligente ele manda botar o Exército nas ruas – repõe o sofá na sala - e pronto: está resolvido o problema da segurança pública. É um show de pirotecnia que não vai dar certo, pois a droga distribuída no Rio envolve bilhões de reais e hoje, por incrível que pareça, é quem ajuda a movimentar a economia falida do estado. E mais: não se combate o crime criando mais um órgão para alimentar o cabide de emprego e sacrificar o contribuinte. Se o ministro da Justiça é incompetente, a solução é simples: demita-o. É mais honroso, melhor do que esquartejar o seu ministério.

Ao contrário do que ocorreu na Colômbia, onde os chefes das drogas foram mortos e alguns deportados para os Estados Unidos, no Rio e em outros estados da federação, o narcotráfico não tem apenas uma cabeça, mas várias. É como a Medusa da mitologia Grega: você extermina uma cabeça e logo aparecem outras e mais outras para fortalecer o monstro que o poder público germinou na terra apodrecida.

Boa parte da polícia do Rio está comprometida, tem afinidade com o tráfico e com a venda de armas. O poder público faliu, e o Pezão, para não ficar sem os dedos, preferiu entregar os anéis. Não resistiu a intervenção porque já não governa, chafurdou na lama da corrupção junto com o seu parceiro Cabral e perdeu a moral e a credibilidade para liderar o estado. A declaração inusitada de que aceitou passivamente a intervenção federal é o resultado de um governo fraco, corrupto e inepto. Seria menos vergonhoso que ele renunciasse ao cargo e fizesse uma declaração pública da sua ineficiência e incapacidade e saísse de fininho do palácio.

Na verdade, quem decretou a intervenção no Rio foi o Jornal Nacional com suas edições sobre a violência na cidade. Temer e seus auxiliares foram pautados pela TV Globo, como sempre. Por isso, não acredito na eficiência das suas medidas por improvisadas, pois o problema é epidêmico e envolve fazer uma assepsia na polícia e prender os milionários narcotraficantes intermediários e, por que não dizer, combater com rigor o comércio e o consumo das drogas em alta escala.

O ataque frontal à guerra do tráfico no Rio apenas inibe temporariamente o negócio, mas depois tudo volta ao normal.  Durante o policiamento ostensivo, vive-se uma aparente segurança, os bandidos inteligentemente dão uma trégua para simular rendição e depois voltam aos pontos de venda das drogas a céu aberto. Há muito tempo o Rio vem dando sinais de falência na segurança. Os crimes brutais, os tiroteios e os arrastões evidenciam a falta de comando em um estado que foi tomado pela corrupção hierarquizada de cima para baixo. Quando uma criança é assassinada por bandidos ainda dentro do ventre da mãe, conclui-se que a nova geração já nasce morta, vítima dessa violência brutal desmedida que se instalou na cidade.

Engana-se quem pensa que a polícia do Rio vai colaborar com o Exército. Existem atritos entre as corporações: A PM diz-se autônoma e, portanto, vai fazer corpo mole, e a polícia civil, certamente, vai cruzar os braços e torcer pelo fracasso das operações do Exército, que não tem capacidade de desenvolver uma polícia inteligente, pois não foi preparado para fazer investigações no varejo.

A postura do governo federal, repito, é a do marido traído que vê no sofá da sala todos os seus males. Faz-se um alarde danado, alimenta a população de esperança, usa as medidas demagógicas e depois levanta acampamento deixando para atrás uma população assustada, insegura e desprotegida, pois o poder público no Rio de Janeiro definitivamente faliu.

Bem que gostaria de acreditar no arrefecimento da violência na cidade, mas duvido da eficácia da sua operação pela forma amadorística como é conduzida. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, que já havia identificado o conflito entre o Exército e as forças policiais do estado, decidiu incentivar a intervenção para assumir sozinho a responsabilidade pelo combate a violência.

É uma aposta arriscada quando você desloca tropas do Exercito, formadas por jovens soldados, para combater outro exército, o da droga, que conhece palmo a palmo o seu campo de batalha. 

Jorge Oliveira - Jornalista - Diário do Poder
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