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Cultura do alho trará benefícios aos produtores rurais de Riachão das Neves
Data 11/01/2018 as 14:03 h  Autor naupati  Vezes 1485  Idioma



O município de Riachão das Neves, que produz alho há algum tempo, tem agora uma boa alternativa de desenvolver com mais eficácia a cultura do produto.
 


O município de Riachão das Neves, que produz alho há algum tempo, tem agora uma boa alternativa de desenvolver com mais eficácia a cultura do produto.

 

Através de Convênio firmado entre a BAHIATER – SETAF Barreiras e a Secretaria de Agricultura daquele município, foi realizada parceria para implantação do Projeto de Assentamento Rio Branco de um curso sobre a cultura do Alho, uma conquista das Associações I e II e da recém-criada Associação dos Produtores de Alho do P.A. Rio Branco, com abordagem dos seguintes temas: Produção de Alho Livre de Vírus; Vernalização de Semente; Preparo do Solo; Plantio; Comercialização.

Na ocasião, com a presença dos interessados, foram ministradas aulas da parte teórica e prática em campo. Compareceram ao evento o Coordenador Técnico da BAHIATER – Setaf Barreiras, Carlos Augusto – Carlão, a Secretária Municipal de Agricultura de Riachão das Neves, Sra, Eva Ferreira e vários agricultores e familiares, interessados em adquirir novas tecnologias de produção, com destaque para o palestrante, o Técnico da BAHIATER – SETAF SEABRA, Humberto Carvalho, especialista na Cultura do Alho.

O objetivo do curso tem muito a ver com o desenvolvimento da agricultura de Riachão das Neves e um estímulo aos agricultores ligados aos sistemas associativo e cooperativo, principalmente quanto aos ganhos mais expressivos que serão acrescidos aos agricultores da região.

O desenvolvimento de alho às margens do Rio Branco, muito significará para os pequenos agricultores, que experimentarão ganhos mais acentuados e, assim, propiciarão melhores condições às suas famílias.

Como o Brasil importa atualmente 65% do alho que consome, da China, Argentina, e Espanha, projetos como este aos poucos vão eliminando tal dependência e, muito melhor, até pensarmos que no futuro poderemos quem sabe, ao invés de importadores, passarmos à condição de exportadores.

O bom número de interessados que compareceram, saíram animados e já ansiosos para dar início a uma nova atividade, com ótimas perspectivas de receitas. O componente principal do cultivo do alho, a água, naquela região é abundante ao contrário do que ocorreu na vizinha Cristópolis, onde vários agricultores tiveram que abandonar a cultura do alho, por falta dela. Problema que poderia ter sido evitado, pois só ocorreu pela falta de empenho das autoridades locais.

Itapuan Cunha
Editor



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