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> Principal > Notícias


Fev
23
2018
Intervenção no Rio de Janeiro

O general Richard Fernandez Nunes deve assumir a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro (RJ) em substituição ao delegado federal Roberto Sá – a TV Globo confirmou a informação na noite desta quinta-feira (22), com fontes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Segundo informações do portal G1, também será nomeado o general Mauro Sinott Lopes. Nunes cuidará da gestão, enquanto Sinott chefiará a operação da pasta. Os nomes que ficarão à frente das polícias Militar e Civil ainda não foram definidos, mas planeja-se que estes cargos sejam coordenados por integrantes de cada corporação e não por militares das Forças Armadas. A última vez que um militar foi secretário de Segurança do Rio de Janeiro foi em 1999, quando o general José Siqueira da Silva cumpriu a função nos primeiros 95 dias da administração de Anthony Garotinho. Bacharel em Direito, Nunes coordenou a ocupação do Exército no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2015, e atualmente lidera a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME). O general se reuniu com o interventor federal, Walter Braga Netto no Comando Militar Leste (CML). O anúncio oficial deve ser feito na próxima terça-feira (27). 

G1

 
Fev
23
2018
Política

A ex-prefeita de Carinhanha, Chica do PT, estará hoje em Barreiras, onde se reunirá com companheiros do partido, no auditório do SINDICOB, à Rua José Bonifácio, 778, a partir das 19 horas.

Na oportunidade serão abordados temas políticos em geral e também a condição política da visitante em Barreiras e região, que pretende lançar seu nome como candidata a Deputada Estadual, em outubro próximo.

Não sabemos o posicionamento do atual presidente do Diretório barreirense do partido da estrela vermelha, mas os simpatizante da Chica do PT vêm nela uma boa alternativa  para lançamento de uma mulher  que represente nossa região no cenário político estadual.



Amigos de Chica do PT 
Fev
23
2018
Lava Jato
O empreiteiro Marcelo Odebrecht entregou na quarta-feira, 21, aos investigadores da Operação Lava Jato dezenas de mensagens que corroborariam sua delação premiada. Os e-mails foram anexados à ação penal na qual Lula é acusado de receber propina da Odebrecht.

 

“Após a progressão para o regime fechado diferenciado ocorrida em 19 de dezembro de 2017, o colaborador (Marcelo Odebrecht) teve acesso a um HD contendo o espelhamento de seu computador apreendido, quando passou a realizar buscas por mais elementos de corroboração dos fatos relatados no acordo por ele celebrado”, afirma a defesa de Marcelo Odebrecht.

Neste processo, a Operação Lava Jato atribui a Lula vantagem indevida de R$ 12,5 milhões da Odebrecht, por meio de um terreno que abrigaria o Instituto que leva o nome do ex-presidente – R$ 12 milhões – e uma cobertura vizinha à residência do petista em São Bernardo de R$ 504 mil.

As mensagens, segundo o delator, foram trocadas entre 8 e 9 de setembro de 2010. O documento cita o “Drousys” – sistema de informática para comunicação do setor de propinas da empreiteira – e o “MyWebDay” – software desenvolvido pela empreiteira para gerenciar contabilidade paralela.

“(O arquivo) corrobora os pagamentos registrados nos sistemas MyWebDay e Drousys, conforme documentos juntados pelo colaborador e pelo Ministério Público Federal”, diz.

A defesa destacou uma mensagem de 9 de setembro de 2010, na qual Marcelo Odebrecht, afirma. “Eh uma conta que HS mantém e debita a 3 fontes distintas”.

Segundo os advogados do empreiteiro, o e-mail “esclarece-se que ‘conta’ se refere à ‘Planilha Italiano’, o que corrobora a afirmação de que os valores foram debitados daquela “conta corrente”, que, à época, tinha justamente 3 fontes, pelo que o colaborador pode recordar”.(AE)

Diário do Poder 
Fev
23
2018
Destaque

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, negou que o governo federal tenha intenção de criar um novo imposto para financiar investimentos na área de segurança pública. Em entrevista à rádio Itatiaia, ele acrescentou ainda que não há previsão de nenhum aumento tributário para 2018. "Não há a menor possibilidade de se fazer isso. Não está em estudo no Ministério da Fazenda", comentou. A hipótese da criação de um novo imposto foi levantada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Nesta quarta-feira (21), ele afirmou que o presidente Michel Temer cogitou a criação do tributo após o decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. No entanto, o próprio Maia disse não acreditar nessa possibilidade.

Agência Brasil
 

Fev
23
2018
Destaque

O objeto encontrado no distrito de Monte Gordo, na cidade de Camaçari, região metropolitana de Salvador, não é um meteorito. Depois de análise preliminar, pesquisadores do Museu Geológico da Bahia descobriram que o objeto achado após a ocorrência do clarão no céu da última segunda-feira (20) tem uma estrutura composta por ferro, manganês e silício e deve ter sido fabricado industrialmente. O níquel, característico nas rochas de meteoros, não foi encontrado durante as análises. A peça foi localizada em um buraco próximo a uma área de vegetação na noite de terça-feira (20) e passa por avaliação no Museu Geológico. A estrutura tem cerca de 2,9 kg e 15 cm de comprimento. Enquanto ao fenômeno visto no céu, a Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros confirmou ter sido causado por um meteoro de tamanho considerável.

Bahia Notícias

Fev
23
2018
Política

O Conselho de Ética fará na próxima terça-feira (27) uma reunião para instaurar o processo disciplinar que pede a cassação do mandatos do deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB). No mesmo encontro, também devem ser aceitas as solicitações referentes aos deputados Paulo Maluf (PP-SP), Celso Jacob (PMDB-RJ) e João Rodrigues (PSD-SC), que atualmente estão presos. Na reunião de terça, de acordo com o G1, haverá o sorteio de uma lista tríplice para cada um dos processos. A partir daí, o presidente do conselho, Elmar Nascimento (DEM), definirá o relator, que deverá fazer um parecer preliminar, em até 10 dias úteis, avaliando de as representações têm fundamento ou devem ser arquivadas. Caso o processo tenha continuidade, será iniciado um prazo de 40 dias úteis para coleta de provas e depoimento. Depois, o relator vai apresentar um parecer em que acata ou rejeita o argumento da representação. Caso seja aprovado pelos integrantes do colegiado, o texto segue para votação no plenário da Câmara dos Deputados. Lúcio é acusado por quebra de decoro por ser acusado de envolvimento com o bunker de R$ 51 milhões encontrado pela Polícia Federal em Salvador. A representação contra o peemedebista foi apresentada pelo PSOL e Rede. Lúcio foi denunciado em dezembro pela Procuradoria-Geral da República por lavagem de dinheiro e associação criminosa.

G1 
Fev
23
2018
Intervenção no Rio de Janeiro

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, reconheceu que "há uma preocupação" no governo com a possibilidade de "migração do crime", após a intervenção federal decretada no Rio de Janeiro. Jungmann citou, no entanto, que isso "acontece sempre que as forças de segurança agem com mais rigor" em uma determinada região. Segundo o ministro, a reunião que está ocorrendo do ministro da Justiça, Torquato Jardim com os secretários de segurança do Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo é fundamental para discutir como barrar o deslocamento das quadrilhas para os demais estados. Mas lembrou que "o crime já é nacional" e, por isso, "é importante a participação dos estados" para coibir o seu avanço. Raul Jungmann afirmou ainda que o novo Ministério da Segurança Pública, a ser criado pelo presidente Michel Temer, irá facilitar este trabalho de integração de combate ao crime no País, no entrosamento e discussão de ações conjuntas entre os estados. Na entrevista, Jungmann sinalizou ainda que, na semana que vem, o Comandante Militar do Leste, general Walter Braga Netto, deverá anunciar um plano de operação da intervenção. Não deu, no entanto, nenhum detalhe sobre o planejamento, embora ressalvasse que as Forças Armadas "estão e estarão integralmente empenhadas nessa missão". O ministro explicou que Braga Netto está no Rio, já reunido com seu Estado Maior para detalhamento do trabalho a ser desenvolvido. Para o ministro, "é um cenário plausível a migração do crime", acrescentando que ela já ocorre hoje, por exemplo, dentro do próprio Rio de Janeiro, ou em Pernambuco, ou Goiás. " E é claro que preocupa", emendou. "Onde você tem uma eficácia maior das forças de segurança, o crime migra e nós temos sim esta preocupação e temos de ter e de cuidar para que ela não se corporifique", prosseguiu o ministro. Ele acrescentou que "o presidente tem urgência" em anunciar a criação do Ministério, mas não sei quando será anunciado. "O ministério vai vir e deverá aglutinar todos os órgãos federais na área de segurança e os fundos que dizem respeito a isso", comentou. Jungmann afirmou que não há definição sobre recursos que serão repassados para o Rio de Janeiro, por conta da intervenção. Ele citou que, para 2018, para as ações de Garantia da Lei e da Ordem, pela primeira vez, foi incluído no orçamento verba de R$ 100 milhões para ser empregada ao longo do ano. Estes recursos, no entanto, ainda não começaram a ser usados. Ao ser indagado se seria possível recuperar a estrutura policial do Rio de Janeiro, que estaria sucateada por falta de recursos, o ministro da Defesa rebateu a tese dizendo que "eles têm dinheiro no orçamento". De acordo com Jungmann, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, encaminhou a sua proposta de resgate fiscal do estado e o que ele se queixa é da demora com que esses recursos têm chegado ao Estado e a Fazenda responde que é por conta da Lei de Responsabilidade Fiscal e outras normas. "Eu acho que é preciso mais velocidade (na liberação dos recursos). Antes da gente discutir o reforço a mais, porque se for necessário, o presidente Temer tem um compromisso com isso, é preciso fazer com que aconteçam os acordos, que eles sejam cumpridos", defendeu Jungmann. "Mas acho que a força policial, no Rio de Janeiro, ou em qualquer lugar, se estiver sucateada, não atende à necessidade de segurança da população", declarou ele, sem querer admitir se a estrutura do Rio está ou não sucateada. O ministro da Defesa voltou a criticar o modelo do sistema de segurança pública que existe no País, criado pela Constituição de 88. "Está falido", repetiu o ministro, ao citar a importância da criação do Ministério da Segurança neste novo contexto e ao reiterar que o crime, além de estar internacionalizado, é nacional, e está espalhado por todos os Estados. Questionado sobre o projeto de liberalização do porte de armas que poderá ser votado no Congresso, Jungmann disse que não conhece o seu teor e se será votado ou não. "Eu sou um defensor do controle de armas. É uma posição histórica de que armas têm de ser muito reguladas até porque acho que, mais armas, não significa mais segurança ou mais paz", declarou. As declarações de Jungmann foram dadas na saída da reunião do Conselho Militar de Defesa, que contou com a participação do presidente Michel Temer e dos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Temer, na saída do encontro, limitou-se a dizer que na reunião foi feita uma "exposição sistêmica de tudo aquilo que as Forças Armadas fazem", mas não falou de Ministério da Segurança ou da intervenção no Rio.

Estadão Conteúdo 
Fev
23
2018
Destaque

Processos sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os ex-presidentes da Câmara, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, que tramitam na Justiça de Brasília vão mudar de juízes. De acordo com informações do G1, eles ficavam sob responsabilidade do juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal, mas agora passaram para a 12ª Vara, criada recentemente e especializada em lavagem de dinheiro. Os juízes Marcus Vinicius Reis e Polyanna Kelly Alves vão passar a analisar os processos e precisarão ler todos os documentos dos casos para poderem dar continuidade à condução das ações.

 G1
Fev
23
2018
Política

O deputado federal baiano José Rocha (PR) foi escolhido para ser líder de um novo bloco parlamentar que possui 201 deputados de partidos como PSDB, PSD, PR, PRB, PTB, SD, PPS, PV, PROS, PSL e PRP. A situação foi oficializada nesta quinta-feira (22) pela presidência da Câmara dos Deputados e o novo bloco já é considerado o maior da Casa. De acordo com a assessoria de Rocha, o bloco terá grande poder na votação de matérias, apresentação de requerimentos e escolha de presidentes e relatores das comissões mistas. "Uma das maiores responsabilidades do bloco será a condução eficaz dos trabalhos da Comissão Mista de Orçamento e a destinação correta dos recursos da União", informou em nota. 

Câmara dos Deputados 
Fev
22
2018
Política
“A arte da guerra é a arte de destruir os homens, e a política é a arte de enganá-los” Jean-Marie Le Rond d’Alembert. 
 
 


Num ambiente pouco propício aos senhores vereadores, principalmente os que ainda estão empunhando a bandeira do prefeito e defendendo suas pretensões sobre o Código Tributário e seus anexos, ontem foi realizada uma movimentada sessão da Câmara dos Vereadores.

Fev
22
2018
Saúde Pública


HEMOBA - BARREIRAS-Ba
 

Grande parte das obras e serviços entregues pelo governo baiano, em 2017, na região oeste contemplou a área de segurança pública. Agora chegou a vez da saúde pública. Em Barreiras, o prédio da unidade do Hemoba já está construído, a construção da UPA - Unidade de Pronto Atendimento do bairro Santa Luzia está quase concluída e, em recente visita à Salvador, o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, garantiu a liberação de recursos federais para investimento em obras e equipamentos que possibilitarão a implantação dos serviços de Oncologia e Cardiologia no Hospital do Oeste.

Visando aumentar a oferta de serviços regionais de saúde, na próxima sexta-feira (23), em visita à Luís Eduardo Magalhães, o governador Rui Costa assinará convênio com prefeitos que fazem parte do Consórcio Público de Saúde da Região Oeste para a construção de uma Policlínica em Barreiras.

Segundo o deputado Antonio Henrique Júnior (PP), que desde o início do mandato tem se empenhado para tornar realidade a construção da Policlínica, tudo está bem encaminhado e o projeto vai ser executado em parceria entre o Estado e municípios. “Os meus primeiros atos parlamentares na Assembleia Legislativa tiveram como base o encaminhamento das demandas da população do oeste baiano na área de saúde pública. Na condição de vice-líder do governo fico extremamente feliz por elas estarem sendo atendidas, principalmente com a ampliação do HO e a policlínica que vai oferecer atendimento especializado e exames de alta complexidade para todos os moradores da região”, ressaltou Antonio Henrique Júnior.

ASCOM do Deputado Antônio Henrique Jr 
Fev
22
2018
Corrupção
A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou os dois primeiros acordos de colaboração premiada da atual gestão de Raquel Dodge, para o Supremo Tribunal Federal (STF) analise e homologue. Os acordos preveem a devolução de cerca de R$ 10 milhões aos cofres públicos, com base em delações dos operadores Jorge Luz e Bruno Luz, que citam o suposto recebimento de propina pelos senadores Renan Calheiros (AL) e Jader Barbalho (PA), e pelo deputado federal Aníbal Gomes (CE), todos do MDB.

 

As propinas atribuídas aos políticos do MDB são oriundas da contratação de um navio-sonda da Petrobras. E em julho de 2017, uma delação do lobista Jorge Luz já relatava troca de propina pelo apoio político dos parlamentares à permanência de diretores da Petrobras que participavam do esquema investigado pela Operação Lava Jato, na empresa: Paulo Roberto Costa, na Diretoria de Abastecimento, e Nestor Cerveró, na divisão Internacional.

Jorge Luz, citado na Lava Jato como “o operador dos operadores”, já foi condenado pelo juiz Sergio Moro a 13 anos e oito meses de prisão por prática de corrupção e lavagem de dinheiro, em outubro de 2017. Assim como seu filho Bruno Luz, com pena de seis anos e oito meses.

 

Jorge Luz já havia tentado acordo de delação, junto à força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba, que não se interessou pelas informações oferecidas. Mas a inclusão de relatos contra políticos com foro privilegiado interessou à PGR, quando o processo subiu à instância competente.

Desde setembro do ano passado, a PGR atuou e devolveu ao Supremo, após ajustes e manifestações, outros oito acordos. As medidas tiveram o propósito de sanar dúvidas suscitadas pelos relatores dos respectivos casos, reiterar pedidos de homologação e reafirmar teses jurídicas. Paralelo a esse trabalho, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e os procuradores que atuam na Secretaria da Função Penal Originária (SFPO) – que inclui o Grupo de Trabalho da Lava Jato – trabalham no acervo de procedimentos que, em 18 de setembro, estavam em várias fases de tratativas, desde aqueles em que havia apenas a manifestação da vontade do colaborador até os que já haviam sido previamente acertados. 

Nos últimos meses, os procuradores também dedicaram-se à análise de documentos e informações, reuniram-se com advogados e deram andamento nas tratativas considerando a indicação de elementos de provas referentes a investigações em curso tanto nos tribunais superiores (STF e STJ) quanto em outras instâncias. Em todos os casos, foi observada a existência de elementos de corroboração satisfatórios e cláusulas ajustadas com os termos da Lei 12.850/13, que trata do instrumento.

OUTRO LADO

À época da divulgação das primeiras informações sobre as delações, no ano passado, o senador Renan Calheiros negou ter um operador de propinas e disse que “não vê Jorge Luz há 20 anos”. “Não tenho lobista, nunca tive contas no exterior e não recebi dinheiro ilegal. Portanto, a chance dessas planilhas que me citam serem verdadeiras é zero", afirmou o senador.

Barbalho também declarou que "nunca teve conta na Suíça e que cabe a Jorge Luz provar os depósitos, o número da conta e as datas".

Aníbal Gomes não foi localizado pelo Diário do Poder. (Com informações de Valor Econômico e do MPF)

Diário do Poder 
Fev
22
2018
Política
Suplente de Paulo Maluf (PP-SP), o deputado Junji Abe (PSD-SP) tomou posse na Câmara nesta quarta-feira, 21. Preso desde dezembro no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, Maluf foi afastado do mandato parlamentar esta semana. 

 

Ex-prefeito de Mogi das Cruzes, Junji Abe foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa em 2014, após uma condenação em segunda instância, mas recorreu e conseguiu garantir o registro da candidatura no Tribunal Superior Eleitoral.

O deputado também responde a dezenas de processos na Justiça de São Paulo por improbidade administrativa. Uma das acusações é por fraude em licitação do transporte público da cidade. Outra, na qual teve os bens bloqueados, trata de superfaturamento em contratos com empresas de alimentação. Ele nega todas as acusações.

Cassação de Maluf
Segundo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a Mesa Diretora deve avaliar em breve a cassação do mandato de Maluf, como determinou o Supremo Tribunal Federal. Ele, no entanto, entrou com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) na Corte, reivindicando para o plenário a competência sobre cassações de deputados.

Maluf foi condenado a 7 anos e 9 meses de prisão. Em dezembro, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que o deputado deveria começar a cumprir a pena em regime fechado. 

Diário do Poder 
Fev
22
2018
Lava Jato
A Polícia Federal cumpre nesta quinta-feira (22) sete mandados de prisão temporária e 50 mandados de busca e apreensão na 48ª fase da Operação Lava Jato, tendo como foco a apuração de casos de corrupção envolvendo a concessão de rodovias federais do Paraná que fazem parte do Anel da Integração.

 

A 48ª fase da operação ocorre no Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Servidores da Receita Federal e representantes do Ministério Público Federal (MPF) também participam da ação.

Segundo a PF, é investigado o uso das estruturas de lavagem de dinheiro, reveladas na Operação Lava Jato, para operacionalizar os recursos ilícitos pagos a agentes públicos, principalmente por meio dos operadores financeiros Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran. 

Em Curitiba, a operação policial se concentrou nas sedes do DNIT e do DER-PR, além da Casa Civil do governo estadual.

Diário do Poder 
Fev
22
2018
Intervenção no Rio de Janeiro

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que o governo não desistiu da necessidade de solicitar à Justiça mandados coletivos durante operações a serem realizadas no Rio de Janeiro. "Não é o problema se o governo recuou, não recuou. Não é nada disso. A necessidade é que vai dizer (se precisa do mandado para uma área), e o juiz é soberano para conceder ou não conceder", declarou Jungmann, após a cerimônia de lançamento do Sistema Integrado de Alerta de Desmatamento, nesta quarta-feira (21). Mas para o ministro, "estamos vivendo aqui uma falsa polêmica". Jungmann afirmou ainda que "a jurisprudência não está consolidada" para esse tipo de pedido. "A última palavra não é nossa, é sempre do juiz, que dá ou não (o mandado coletivo)", afirmou, acrescentando que "o uso do mandado coletivo é excepcional". Segundo o ministro da Defesa, não há divergência entre o seu discurso e o do ministro da Justiça, Torquato Jardim, sobre os mandados. "O juiz é quem decide, e quero lembrar que esses mandados foram feitos às dezenas, talvez às centenas, no próprio Rio de Janeiro", disse. Jungmann ressalvou que, "sempre que for necessário para salvar vidas, para ir onde está ocorrendo o crime, numa situação onde você não sabe, naquela região, precisamente onde está ocorrendo este crime, como não ir ao juiz e solicitar (o mandado) naquela área?". De acordo com o ministro, nesses casos "você dá as coordenadas e pede ao juiz e ele dá ou não (o mandado coletivo)". Jungmann disse ainda que é preciso distinguir a intervenção federal, "que é civil e diz respeito ao Estado do Rio de Janeiro", das ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), executadas pelas Forças Armadas e de âmbito federal. Para as ações de GLO em todo o País, segundo Jungmann, há R$ 100 milhões previstos no Orçamento de 2018. São recursos que, de acordo com o ministro, independem, por exemplo, do novo empréstimo de R$ 1 bilhão que o Rio está negociando com a União. Ainda de acordo com o ministro, o Exército ainda está utilizando recursos do Orçamento de 2017 para as GLOs. "Os R$ 100 milhões estão no Orçamento (deste ano) e serão usados na medida das nossas necessidades. Se precisarmos de mais, vamos pedir suplementação, porque o presidente disse que não faltarão recursos para o Rio de Janeiro".


Estadão Conteúdo 
Fev
22
2018
Política

Reconduzido à presidência do MDB, o senador Romero Jucá (RR) disse nesta tardeque o partido vai trabalhar para ter candidato próprio à Presidência da República e que o presidente Michel Temer é sempre um nome, como outros, para a função. "O presidente Michel Temer é uma opção do MDB para ser candidato a presidente da República, se ele assim o entender. O partido defende candidatura própria, nós temos várias opções e vamos trabalhar no sentido de termos candidatura própria", declarou Jucá após reunião da Executiva da sigla. Jucá disse que o tempo vai dizer se Temer será candidato. "O presidente vai definir no momento apropriado se ele poderá ser ou não candidato", afirmou. O pemedebista destacou como possível candidato do bloco governista o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. "Nós temos muitos nomes que podem ser candidatos a presidente. Nós estamos discutindo qual é o nome mais viável, mais factível, que possa ganhar as eleições", disse. O dirigente desconversou ao ser questionado sobre o incômodo que a pauta governista causou nos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). "Não sei, aí tem de perguntar para eles. Nós sentamos e discutimos uma agenda. A partir daí eles podem falar, não vou interpretar o senador Eunício nem o deputado Rodrigo Maia", tergiversou. O senador teve o mandato prorrogado na função por mais um ano, a partir de 2 de março, assim como todos os membros do diretório nacional. Na reunião desta tarde, ficou definido que deputados federais que vão disputar a reeleição este ano receberão R$ 1,5 milhão para campanha e candidatos ao Senado terão disponíveis R$ 2 milhões. Não ficou definido quanto receberão os candidatos para eleições majoritárias.

Estadão Conteúdo 
Fev
22
2018
Política

Em uma resposta ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente Michel Temer convocou o porta-voz, Alexandre Parola, para reforçar que a decisão da intervenção na área de segurança do Rio não teve viés eleitoral. "A agenda eleitoral não é, nem nunca o será, causa das ações do presidente. Assim o comprovam as reformas propostas na Ponte para o Futuro e que têm sido implementadas desde o primeiro dia da administração", disse Parola. Em entrevista à rádio Itatiaia, de Belo Horizonte, Lula afirmou que a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro é uma "pirotecnia" criada pelo governo do presidente Michel Temer para tentar reelegê-lo e que Temer estaria buscando uma nova bandeira, após as dificuldades de aprovar a previdência. "Acho que o Temer está encontrando um jeito de ser candidato à Presidência da República. E acho que ele achou que a segurança pública pode ser uma coisa muito importante para ele pegar um nicho de eleitores do Bolsonaro", afirmou Lula, que está na capital mineira para um evento de comemoração dos 38 anos de fundação do Partido dos Trabalhadores. O porta-voz disse ainda que Temer "reitera que toda e qualquer decisão de governo é regida exclusivamente pelas reais necessidades de encontrar soluções para os problemas do povo brasileiro". "O Presidente da República não se influenciou por nenhum outro fator, a não ser atender a uma demanda da sociedade. É essa a única lógica que motivou a intervenção federal na área de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro", completou o porta-voz. Por fim, Parola destacou na mensagem que "o governo seguirá sua trajetória sem pautar-se pela busca do aplauso fácil, mas na rota firme das decisões corajosas que buscam enfrentar e resolver os dramas verdadeiros de nossa Nação, sem nenhuma significação eleitoral". Sem citar diretamente o nome do marqueteiro Elsinho Mouco, Parola destacou também os auxiliares do presidente não estão autorizados a falar em seu nome. "Assessores ou colaboradores que expressem ideias ou avaliações sobre essa matéria não falam, nem têm autorização para falar, em nome do Presidente", afirmou. Em artigo publicado nesta quarta pelo jornal O Globo, Mouco disse que a intervenção no Rio poderia ajudar na imagem do presidente e alavancar a sua candidatura. O marqueteiro também afirmou que Temer já era candidato. Mais cedo, em nota, Elsinho tentou minimizar o peso de suas declarações ao jornal O Globo. "Nunca falei, não falo, nem tenho alçada para falar em nome do governo", escreveu. "E se falasse em nome do governo, não exporia as minhas ideias a respeito dos assuntos perguntados, mas as do presidente. Que neste caso são diametralmente opostas às minhas", completou. Na tentativa de mostrar que o presidente não estaria preocupado com a reeleição, Elsinho escreve ainda que "Temer nunca me autorizou a fazer qualquer movimento de natureza eleitoral. Mais do que isso, para minha frustração, já me proibiu de tocar nesse assunto com ele".


Estadão Conteúdo 
Fev
22
2018
Política

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quarta-feira (21) criticou nesta quarta-feira (21) o presidente Michel Temer, ao dizer que ele tem usado a intervenção federal no Rio de Janeiro para “se cacifar” nas eleições deste ano. "Ele inventou a questão da segurança. Está pensando com isso em se cacifar para ser presidente", disse Lula, durante visita a um acampamento do MST, em Itatiaiuçu (MG). O petista ainda ressaltou que a questão da segurança pública tem apoio da população, ao contrário da reforma da Previdência. "Jogaram na nossa cabeça pra discutir intervenção e segurança pública. O povo quer segurança, mas o Exército não foi feito pra isso". Lula disse ainda que Temer "quer pegar os votos" do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), presidenciável ligado às causas de segurança. "Temer quer tentar entrar no jogo", continuou. Lula foi para Belo Horizonte para o evento de lançamento da sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto, que ocorreu nesta noite. Pela manhã, segundo o jornal Folha de S. Paulo, o petista deu entrevista à rádio Itatiaia e defendeu para sua chapa como vice o nome do empresário Josué Alencar (PMDB), filho do vice-presidente da gestão Lula, José Alencar.

Estadão Conteúdo 
Fev
22
2018
Política

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), avisou na terça-feira (20) a Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, que o PT terá candidato ao Planalto nas eleições deste ano, mesmo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja impedido de concorrer. Haddad, inclusive, é um dos cotados para representar o partido nas urnas, assim como o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner. De acordo com a coluna Expresso, da revista Época, Ciro não gostou das palavras de Haddad, já que espera contar com o apoio dos petistas, caso Lula esteja de fora da corrida eleitoral. Pesquisas eleitorais apontam que o pedetista aparece como o segundo que herdará mais votos de Lula, caso o ex-presidente não consiga se candidatar.

Revista Época 
Fev
21
2018
Política


Em clima de festa e com presença maciça de público, a sessão de ontem à noite (20/03) da Câmara Municipal de Barreiras teve como principal destaque o discurso do prefeito Zito Barbosa, o que já é praxe nas aberturas dos anos legislativos.
 
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